Há duas semanas encontrei algo muito interessante sobre Aprendizagem Musical.
É um livro chamado "Teoria de Aprendizagem Musical para Recém Nascidos e Crianças em Idade Pré-Escolar" de Edwin E. Gordon. Um dos temas privilegiados por este investigador é, justamente, o desenvolvimento musical de recém-nascidos e crianças em idade pré-escolar, que tem colhido uma enorme receptividade e trazido grande inovação ao panorama da nossa educação musical.
Um assunto muito interessante!
"A música nasceu livre e seu destino é conquistar a liberdade." (Ferrucio Busoni-compositor, pianista, professor e maestro italiano.)
terça-feira, 10 de junho de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Cuidado com os Ouvidos
Fonte: http://www.gospelmusiccafe.com.br/cafe_audio.aspx?cod_audio=30
Gostaria de comentar hoje, algo que tenho observado em muitas igrejas e eventosque tenho visitado. Sei que é um tema polêmico e que pode se até muito subjetivo, trata-se do volume alto que é imposto aos frequentadores dos cultos, encontros, ou musicais.Infelizmente instituiu-se a inverdade que diz que som alto é sinonimo de som bom, e ai temos um problema de saúde pública, pois esses ouvintes são vítimas indefesas de algo muito prejudicial à sua saúde, pois já constatei encontros musicais onde o nível de áudio girava em torno de 100 decibéis. Segundo dados da Associação Brasileira deOtorrinolaringologia , o ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe apossibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando a perdaauditiva. O otorrinolaringologista Luiz Carlos Alves de Sousa, afirma que um indivíduonão pode permanecer em um ambiente com atividade sonora de 85 decibéis de intensida-de por mais de 8 horas. Esse tempo cai para 4 horas em lugares com 90 decibéis; 2 horasem locais com 95 decibéis e 1 hora onde a intensidade chega a 100 decibéis.Dependendo do período de exposição, sons de intensidades superiores a 85 decibéis podem causar “distúrbio de dupla perversidade, pois ao mesmo tempo em quecompromete nossa capacidade auditiva para sons ambientais, pode causar ainda umsintoma contínuo e muito incômodo: o zumbido.A lesão por ruído geralmente fere células do ouvido responsáveis pelas freqüências agudas. “E é justamente nestas freqüências que estão concentrados os principais fonemas para o entendimento das palavras. Quando isto ocorre, o paciente deve procurar um otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico médico”.Muitos operadores de som, seja por ignorãncia ou por imposição dos dirigentes, eeu já presenciei isso, trabalham com níveis excessivos de som, com o pretexto de que umnúmero maior de pessoas precisam ouvir a mensagem. A falta de preparo leva esses ope-radores a utilizarem a potência máxima dos sistemas tentando obter maior inteligibilidade e em nossos dias onde as potências em conjunto com ótimos alto-falantes, proporcionam facilmente altos níveis de pressão sonora.Desde o início a nossa intenção aqui foi, mesmo que de uma forma bem básica dar dicas a esses operadores de como obter o melhor som de seus sistemas, mesmo que eles sejam dos mais simples. E este nosso alerta de hoje vem de encontro a uma preocupação que tenho exatamente neste sentido, qualidade de áudio, significa fazer com que a voz chegue aos ouvintes o mais claro possível, e que os instrumentos também, além disso possam ser reproduzidos com beleza e naturalidade sem agredir os ouvidos nem ficar acima do nível vocal.Lembrem-se nossos ouvidos são nossas melhores ferramentas, use o bom senso, ouça bem os timbres antes de amplificá-los e tente reproduzí-los da maneira mais naturalpossível e como última dica, quanto menos agressão aos ouvidos, mais tempo a pessoavai poder ficar ouvindo.
Samuel Mattos
dez/2007
Gostaria de comentar hoje, algo que tenho observado em muitas igrejas e eventosque tenho visitado. Sei que é um tema polêmico e que pode se até muito subjetivo, trata-se do volume alto que é imposto aos frequentadores dos cultos, encontros, ou musicais.Infelizmente instituiu-se a inverdade que diz que som alto é sinonimo de som bom, e ai temos um problema de saúde pública, pois esses ouvintes são vítimas indefesas de algo muito prejudicial à sua saúde, pois já constatei encontros musicais onde o nível de áudio girava em torno de 100 decibéis. Segundo dados da Associação Brasileira deOtorrinolaringologia , o ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe apossibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando a perdaauditiva. O otorrinolaringologista Luiz Carlos Alves de Sousa, afirma que um indivíduonão pode permanecer em um ambiente com atividade sonora de 85 decibéis de intensida-de por mais de 8 horas. Esse tempo cai para 4 horas em lugares com 90 decibéis; 2 horasem locais com 95 decibéis e 1 hora onde a intensidade chega a 100 decibéis.Dependendo do período de exposição, sons de intensidades superiores a 85 decibéis podem causar “distúrbio de dupla perversidade, pois ao mesmo tempo em quecompromete nossa capacidade auditiva para sons ambientais, pode causar ainda umsintoma contínuo e muito incômodo: o zumbido.A lesão por ruído geralmente fere células do ouvido responsáveis pelas freqüências agudas. “E é justamente nestas freqüências que estão concentrados os principais fonemas para o entendimento das palavras. Quando isto ocorre, o paciente deve procurar um otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico médico”.Muitos operadores de som, seja por ignorãncia ou por imposição dos dirigentes, eeu já presenciei isso, trabalham com níveis excessivos de som, com o pretexto de que umnúmero maior de pessoas precisam ouvir a mensagem. A falta de preparo leva esses ope-radores a utilizarem a potência máxima dos sistemas tentando obter maior inteligibilidade e em nossos dias onde as potências em conjunto com ótimos alto-falantes, proporcionam facilmente altos níveis de pressão sonora.Desde o início a nossa intenção aqui foi, mesmo que de uma forma bem básica dar dicas a esses operadores de como obter o melhor som de seus sistemas, mesmo que eles sejam dos mais simples. E este nosso alerta de hoje vem de encontro a uma preocupação que tenho exatamente neste sentido, qualidade de áudio, significa fazer com que a voz chegue aos ouvintes o mais claro possível, e que os instrumentos também, além disso possam ser reproduzidos com beleza e naturalidade sem agredir os ouvidos nem ficar acima do nível vocal.Lembrem-se nossos ouvidos são nossas melhores ferramentas, use o bom senso, ouça bem os timbres antes de amplificá-los e tente reproduzí-los da maneira mais naturalpossível e como última dica, quanto menos agressão aos ouvidos, mais tempo a pessoavai poder ficar ouvindo.
Samuel Mattos
dez/2007
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Primeiro curso de música a distância será ministrado em cinco estados
Curso de música a distância em 11 cidades
FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10369
Ensinar música sem as tradicionais aulas individuais de instrumento é a proposta do primeiro curso a distância de licenciatura em música, oferecido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Por meio da internet e de outros recursos pedagógicos, 723 professores da rede pública serão beneficiados em 11 municípios.
A aula inaugural será ministrada nesta terça-feira, 22, às 10h, em Porto Alegre, com a presença do secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky. “Trata-se de um curso de graduação que dispõe de objetos virtuais de aprendizagem próprios, desenvolvidos por professores-pesquisadores e estudantes das universidades parceiras”, explicou o secretário. Será celebrado também o centenário do Instituto de Artes da UFRGS.
Os municípios abrangidos são os de Cachoeirinha (RS); Canoinhas, Itaiópolis e São Bento do Sul (SC); Linhares (ES); Porto Velho e Ariquemes (RO); Salvador, Cristópolis, Irecê e São Félix (BA).
O curso de licenciatura em música integra o Pró-Licenciatura, programa do governo federal que visa à formação inicial de professores que atuam nas séries finais do ensino público fundamental ou médio e que não têm habilitação legal para o exercício. Sob coordenação a UFRGS, o programa é resultado de uma parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fundação Federal de Rondônia (Unir), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Mais informações nas páginas eletrônicas do curso (ainda em construção) e do Centro de Artes da UFRGS.
Renata Chamarelli
FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10369
Ensinar música sem as tradicionais aulas individuais de instrumento é a proposta do primeiro curso a distância de licenciatura em música, oferecido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Por meio da internet e de outros recursos pedagógicos, 723 professores da rede pública serão beneficiados em 11 municípios.
A aula inaugural será ministrada nesta terça-feira, 22, às 10h, em Porto Alegre, com a presença do secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky. “Trata-se de um curso de graduação que dispõe de objetos virtuais de aprendizagem próprios, desenvolvidos por professores-pesquisadores e estudantes das universidades parceiras”, explicou o secretário. Será celebrado também o centenário do Instituto de Artes da UFRGS.
Os municípios abrangidos são os de Cachoeirinha (RS); Canoinhas, Itaiópolis e São Bento do Sul (SC); Linhares (ES); Porto Velho e Ariquemes (RO); Salvador, Cristópolis, Irecê e São Félix (BA).
O curso de licenciatura em música integra o Pró-Licenciatura, programa do governo federal que visa à formação inicial de professores que atuam nas séries finais do ensino público fundamental ou médio e que não têm habilitação legal para o exercício. Sob coordenação a UFRGS, o programa é resultado de uma parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fundação Federal de Rondônia (Unir), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Mais informações nas páginas eletrônicas do curso (ainda em construção) e do Centro de Artes da UFRGS.
Renata Chamarelli
Oficinas de arte reduzem risco social
Escolas de Minas dão exemplo de cidadania a estudantes e comunidade
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10407
Quanto cobraria um psicólogo que ensinasse às crianças valores como respeito ao próximo, valorização de sua identidade e que de sobra as fizesse conviver com pessoas de todas as idades, etnias e classes sociais? Em Contagem (MG), a 21 quilômetros de Belo Horizonte, o custo de tal conhecimento é zero. O benefício, entretanto, vem por meio de aulas de dança, canto, teatro, percussão e reciclagem. Aliás, todos os utensílios utilizados para confecção de tambores, chocalhos e para as fantasias usadas no teatro são de material reciclado.
O projeto Educação pelo Tambor partiu de uma iniciativa simples. Manter as escolas de Contagem abertas durante o fim de semana foi o começo de uma ação que livrou crianças e adolescentes do município de uma situação de risco social. “Não apenas as que vieram da periferia da cidade, mas muitas de classe média também apresentavam desvios, como o preconceito”, explicou a coordenadora do programa, Ana Maria Macedo.
Ao todo, 20 especialistas trabalham em 10 escolas e na sede do projeto. Não só crianças e adolescentes, como também outros membros das comunidades participam. “Com a convivência de pessoas de idades diferentes, o nosso ganho é ainda maior”, explicou Ana Maria. A participação é voluntária e as oficinas são realizadas aos sábados pela manhã, de 8 horas até meio-dia.
Cerca de 800 pessoas são diretamente atingidas pela iniciativa. A prefeitura da cidade é quem paga os “oficineiros”, escolhidos por concurso público. “Foi a maneira que encontramos de ter os profissionais mais qualificados”, explicou a coordenadora. São professores de percussão, canto, reciclagem, pedagogos, entre outros. Os pais acompanham o desenvolvimento de seus filhos e vão às apresentações de música, teatro e canto, feitas em datas especiais como o dia das mães, por exemplo.
Lucros – Mas o projeto Educação pelo Tambor foi ainda mais longe. A sede do projeto, onde as apresentações festivas são realizadas, tornou-se um ponto de encontro, reunindo pessoas de várias partes da cidade e estabelecendo entre elas um saudável intercâmbio, com trocas de relatos e histórias. Isso fez com que moradores que não gostavam de Contagem criassem uma nova identidade com a cidade. “Tínhamos Belo Horizonte como parâmetro”, lembra a coordenadora do programa. “Aos poucos, a cidade foi se tornando diferente, aos olhos dos próprios moradores.”
O Educação pelo Tambor faz parte do programa Escola Aberta, desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) e conta com apoio da prefeitura municipal de Contagem e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Ana Guimarães
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10407
Quanto cobraria um psicólogo que ensinasse às crianças valores como respeito ao próximo, valorização de sua identidade e que de sobra as fizesse conviver com pessoas de todas as idades, etnias e classes sociais? Em Contagem (MG), a 21 quilômetros de Belo Horizonte, o custo de tal conhecimento é zero. O benefício, entretanto, vem por meio de aulas de dança, canto, teatro, percussão e reciclagem. Aliás, todos os utensílios utilizados para confecção de tambores, chocalhos e para as fantasias usadas no teatro são de material reciclado.
O projeto Educação pelo Tambor partiu de uma iniciativa simples. Manter as escolas de Contagem abertas durante o fim de semana foi o começo de uma ação que livrou crianças e adolescentes do município de uma situação de risco social. “Não apenas as que vieram da periferia da cidade, mas muitas de classe média também apresentavam desvios, como o preconceito”, explicou a coordenadora do programa, Ana Maria Macedo.
Ao todo, 20 especialistas trabalham em 10 escolas e na sede do projeto. Não só crianças e adolescentes, como também outros membros das comunidades participam. “Com a convivência de pessoas de idades diferentes, o nosso ganho é ainda maior”, explicou Ana Maria. A participação é voluntária e as oficinas são realizadas aos sábados pela manhã, de 8 horas até meio-dia.
Cerca de 800 pessoas são diretamente atingidas pela iniciativa. A prefeitura da cidade é quem paga os “oficineiros”, escolhidos por concurso público. “Foi a maneira que encontramos de ter os profissionais mais qualificados”, explicou a coordenadora. São professores de percussão, canto, reciclagem, pedagogos, entre outros. Os pais acompanham o desenvolvimento de seus filhos e vão às apresentações de música, teatro e canto, feitas em datas especiais como o dia das mães, por exemplo.
Lucros – Mas o projeto Educação pelo Tambor foi ainda mais longe. A sede do projeto, onde as apresentações festivas são realizadas, tornou-se um ponto de encontro, reunindo pessoas de várias partes da cidade e estabelecendo entre elas um saudável intercâmbio, com trocas de relatos e histórias. Isso fez com que moradores que não gostavam de Contagem criassem uma nova identidade com a cidade. “Tínhamos Belo Horizonte como parâmetro”, lembra a coordenadora do programa. “Aos poucos, a cidade foi se tornando diferente, aos olhos dos próprios moradores.”
O Educação pelo Tambor faz parte do programa Escola Aberta, desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) e conta com apoio da prefeitura municipal de Contagem e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Ana Guimarães
Ensino de música nas escolas tem apoio do MEC
Artistas pedem apoio para educação musical
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10269
A educação musical poderá fazer parte da vida escolar de todas as crianças matriculadas nas escolas públicas de educação básica. Um grupo de artistas pediu nesta terça-feira, 8, o apoio do ministro da Educação, Fernando Haddad, para aprovar no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 2.732/08, que prevê a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas públicas.
“Vamos nos manifestar favoravelmente ao projeto”, disse o ministro. De autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o projeto foi aprovado no Senado Federal e agora tramita na Câmara dos Deputados. Atualmente, é analisado pela Comissão de Educação e Cultura da Casa. O encontro com o ministro foi uma solicitação do presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Cristovam Buarque (PDT/DF). Estiveram presentes ainda o senador Romeu Tuma (PTB/SP) e a senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN).
A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB ― nº 9.394/96), que já determina o aprendizado de arte nos ensinos fundamental e médio, mas sem especificar o conteúdo. Pelo projeto, o ensino musical deveria ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo do ensino de arte no currículo regular da educação básica. Ou seja, deveria fazer parte do ensino de arte.
Os artistas presentes usaram a música para sensibilizar o ministro sobre a importância do projeto e enfatizaram a relevância da educação musical para despertar a criatividade e expressividade dos alunos. “Na mudança do presente, a gente muda o futuro”, recitou o cantor Gabriel Pensador. Juntos, ele, Daniela Mercury, Francis Hime, Olívia Hime e Roberto Frejat cantaram Vai Passar, composição de Chico Buarque, em alusão ao desejo de que o projeto passe no Congresso.
Em contrapartida ao apoio para que o projeto se torne lei, o ministro pediu aos cantores que ajudem a traçar ações que efetivamente permitam às escolas oferecer ensino musical. Haddad também esclareceu que o ministério apenas traça diretrizes às escolas de educação básica, cuja competência fica a cargo de estados e municípios.
O ministro também lembrou que além da dissociação com a cultura, a educação também se separou de outras áreas como o esporte e a saúde, especialmente na época da ditadura militar. “Antes, equipes de saúde visitavam escolas regularmente”, disse. Para o ministro, é preciso recuperar a unidade entre essas diversas áreas e “fazer da escola um centro em torno do qual toda a comunidade gravita”, destacou.
Maria Clara Machado
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10269
A educação musical poderá fazer parte da vida escolar de todas as crianças matriculadas nas escolas públicas de educação básica. Um grupo de artistas pediu nesta terça-feira, 8, o apoio do ministro da Educação, Fernando Haddad, para aprovar no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 2.732/08, que prevê a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas públicas.
“Vamos nos manifestar favoravelmente ao projeto”, disse o ministro. De autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o projeto foi aprovado no Senado Federal e agora tramita na Câmara dos Deputados. Atualmente, é analisado pela Comissão de Educação e Cultura da Casa. O encontro com o ministro foi uma solicitação do presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Cristovam Buarque (PDT/DF). Estiveram presentes ainda o senador Romeu Tuma (PTB/SP) e a senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN).
A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB ― nº 9.394/96), que já determina o aprendizado de arte nos ensinos fundamental e médio, mas sem especificar o conteúdo. Pelo projeto, o ensino musical deveria ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo do ensino de arte no currículo regular da educação básica. Ou seja, deveria fazer parte do ensino de arte.
Os artistas presentes usaram a música para sensibilizar o ministro sobre a importância do projeto e enfatizaram a relevância da educação musical para despertar a criatividade e expressividade dos alunos. “Na mudança do presente, a gente muda o futuro”, recitou o cantor Gabriel Pensador. Juntos, ele, Daniela Mercury, Francis Hime, Olívia Hime e Roberto Frejat cantaram Vai Passar, composição de Chico Buarque, em alusão ao desejo de que o projeto passe no Congresso.
Em contrapartida ao apoio para que o projeto se torne lei, o ministro pediu aos cantores que ajudem a traçar ações que efetivamente permitam às escolas oferecer ensino musical. Haddad também esclareceu que o ministério apenas traça diretrizes às escolas de educação básica, cuja competência fica a cargo de estados e municípios.
O ministro também lembrou que além da dissociação com a cultura, a educação também se separou de outras áreas como o esporte e a saúde, especialmente na época da ditadura militar. “Antes, equipes de saúde visitavam escolas regularmente”, disse. Para o ministro, é preciso recuperar a unidade entre essas diversas áreas e “fazer da escola um centro em torno do qual toda a comunidade gravita”, destacou.
Maria Clara Machado
quinta-feira, 24 de abril de 2008
E aí, tá ficando surdo????

Identifique quando o barulho passou do limite e preserve sua audição
Dificuldade de concentração, sono e memória são alguns efeitos do ruído em excesso
O fone é companheiro fiel das suas orelhas (transmitindo suas músicas favoritas ou a conversa do celular). Nos finais de semana, o som rola no maior volume em casa ou nas festas. Isso sem falar na britadeira que resolveu trabalhar bem na porta do seu escritório, das buzinadas no trânsito... sentiu o drama? Nossos ouvidos são sensíveis e acabam expostos a muitas agressões no dia-a-dia , reconhece a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, chefe do Grupo de Pesquisa em Zumbido pelo Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Os efeitos nocivos de tanto barulho são extensos, e não se restringem apenas à perda de audição como muita gente pode pensar. Dor de cabeça, perda de memória, dificuldades de concentração e de dormir são queixas comuns entre as pessoas que passam muito tempo sob ruídos em exagero , afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, do Centro Auditivo Telex.
O barulho provoca muita agitação, levando ao aumento na produção dos hormônios do estresse. Despejadas de maneira constante no organismo, essas substâncias acabam causando a exaustão e uma sensação permanente de esgotamento físico.Mas não ache que tudo isso surge de uma hora para outra. Os sinais aparecem de forma progressiva, conforme você ignora os sinais que seu corpo dá, avisando que os ruídos passaram do limite. E eles são muitos! Se sentir perturbado com os sons, ainda no ambiente barulhento, é o primeiro alerta. Continuar incomodado, mesmo após se afastar dos ruídos, é outra dica que o corpo dá, apontando que houve exagero. Os zumbidos, constantes ou com interrupções, a sensação de que há alguém apitando bem na sua orelha ou a percepção de que o canal auditivo está tapado também servem como indicadores.E há ainda como perceber a perda de audição em outras pessoas. Se algum conhecido começa a falar mais alto do que de costume, avise. Quem escuta bem não precisa gritar para ouvir a si mesmo , afirma a otorrino do Hospital das Clínicas. Os danos, na maioria dos casos, são definitivos. Isso porque as células auditivas são lesionadas. No nosso sistema auditivo, existem milhares de células com cílios, que realizam a transformação dos sons em energia elétrica (que é a linguagem entendida pelo cérebro). Os ruídos de alto impacto, de curta ou longa duração (um rojão ou uma música no fone, por exemplo), podem danificar os cílios e o metabolismo dessas células , explica a médica.
Os estímulos prejudiciais são tantos que, atualmente, cerca de 10% da população mundial é obrigada a enfrentar a perda da audição. Além de evitar o uso do fone e outros agentes que provocam o início da surdez, você pode se prevenir contra problemas futuros usando protetores auriculares sempre que for passar em algum lugar muito barulhento.
Não importa se a exposição aos ruídos vai durar uma hora ou cinco minutos. Cada pessoa tem uma sensibilidade auditiva diferente e, por isso, é imprevisível saber quando algum sintoma vai aparecer , diz Tanit Ganz Sanchez.Quem suspeita de alguma lesão mais séria, deve procurar imediatamente um otorrino. O especialista vai solicitar um teste chamado audiometria, que mede sua capacidade de audição. O diagnóstico vai apontar se há necessidade de algum aparelho para compensar o desgaste das células ou se há, apenas, uma lesão temporária.
Os efeitos nocivos de tanto barulho são extensos, e não se restringem apenas à perda de audição como muita gente pode pensar. Dor de cabeça, perda de memória, dificuldades de concentração e de dormir são queixas comuns entre as pessoas que passam muito tempo sob ruídos em exagero , afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, do Centro Auditivo Telex.
O barulho provoca muita agitação, levando ao aumento na produção dos hormônios do estresse. Despejadas de maneira constante no organismo, essas substâncias acabam causando a exaustão e uma sensação permanente de esgotamento físico.Mas não ache que tudo isso surge de uma hora para outra. Os sinais aparecem de forma progressiva, conforme você ignora os sinais que seu corpo dá, avisando que os ruídos passaram do limite. E eles são muitos! Se sentir perturbado com os sons, ainda no ambiente barulhento, é o primeiro alerta. Continuar incomodado, mesmo após se afastar dos ruídos, é outra dica que o corpo dá, apontando que houve exagero. Os zumbidos, constantes ou com interrupções, a sensação de que há alguém apitando bem na sua orelha ou a percepção de que o canal auditivo está tapado também servem como indicadores.E há ainda como perceber a perda de audição em outras pessoas. Se algum conhecido começa a falar mais alto do que de costume, avise. Quem escuta bem não precisa gritar para ouvir a si mesmo , afirma a otorrino do Hospital das Clínicas. Os danos, na maioria dos casos, são definitivos. Isso porque as células auditivas são lesionadas. No nosso sistema auditivo, existem milhares de células com cílios, que realizam a transformação dos sons em energia elétrica (que é a linguagem entendida pelo cérebro). Os ruídos de alto impacto, de curta ou longa duração (um rojão ou uma música no fone, por exemplo), podem danificar os cílios e o metabolismo dessas células , explica a médica.
Os estímulos prejudiciais são tantos que, atualmente, cerca de 10% da população mundial é obrigada a enfrentar a perda da audição. Além de evitar o uso do fone e outros agentes que provocam o início da surdez, você pode se prevenir contra problemas futuros usando protetores auriculares sempre que for passar em algum lugar muito barulhento.
Não importa se a exposição aos ruídos vai durar uma hora ou cinco minutos. Cada pessoa tem uma sensibilidade auditiva diferente e, por isso, é imprevisível saber quando algum sintoma vai aparecer , diz Tanit Ganz Sanchez.Quem suspeita de alguma lesão mais séria, deve procurar imediatamente um otorrino. O especialista vai solicitar um teste chamado audiometria, que mede sua capacidade de audição. O diagnóstico vai apontar se há necessidade de algum aparelho para compensar o desgaste das células ou se há, apenas, uma lesão temporária.
Sentido aguçado!
Existem várias maneiras de identificar que alguma coisa está errada com seu aparelho auditivo. Mas, entre todas as pistas, quatro delas se destacam (e são bem simples de perceber).
Procure imediatamente especialista se você...
1. fala mais alto do que as pessoas ao seu redor (na dúvida, pergunte a alguém);
2. pede, com freqüência, para as pessoas repetirem o que acabaram de dizer;
3. tem dificuldade para entender conversas em ambientes com vários sons (como uma reunião ou um almoço num restaurante);
4. escuta zumbidos, habitualmente, num ouvido ou nos dois.
terça-feira, 22 de abril de 2008
GRUPO RUACH
Uma das minhas atuações musicais é ser diretora musical do GRUPO RUACH.
Ainda não falei nada sobre esse grupo aqui no blog.....mas logo, logo, publicarei o que tenho aprendido nesse grupo.
Por hora vou falar do nosso 5º ano! Na semana que passou, 14 de abril de 2008, segunda-feira, nós completamos 5 anos de existência!!!
No domingo nós cantamos em nossa igreja, Igreja Batista dos Mares, agradecendo a Deus por nos sustentar durante esse tempo, e nos abençoar em cada local (igrejas, congregações, casas de irmãos) em que estivemos.
O nosso site é o http://www.gruporuach.multiply.com/ e lá tem as fotos da nossa confraternização e do culto em que cantamos.
Um vídeo foi gravado quando cantávamos "Grande é o Senhor", do compositor Michael W. Smith, que está no site e também nesse link no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=ghaRaLFzurI.
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