terça-feira, 24 de junho de 2008

ORAÇÃO DO MÚSICO


Deus todo-poderoso, que nos destes a vida, os sons da natureza, o dom do ritmo, do compasso e da afinação das notas musicais, dái-nos a graça de conseguir técnica aprimoradaem nossos instrumentos a fim de que possamos exteriorizar nossos sentimentos através dos sons.


Permiti, Senhor, que os sons por nós emitidos sejam capazes de acalmar nossos irmãos pertubados, de curar doentes e de animar os deprimidos e sejam brilhantes como as estrelas e suaves como o veludo.

Permiti, Senhor, que todo ser que ouvir o som dos nossos instrumentos sinta-se bem e pressinta a vossa presença.

Amém!

Pálido Ponto Azul

Bem, isso não tem muito a ver com o propósito desse blog....mas achei tão interessante que acho que vale a pena postar aqui!

Foi apresentado na faculdade onde faço pós-graduação, um vídeo muito interessante sobre a o ser humano e seu tamanho em relação a este grande universo.
Esse vídeo me lembrou daquele texto de Eclesiastes onde o autor diz muito sabiamente que tudo é vaidade e aflição de espírito...me fez ver tb o quanto somos pequenos e egoístas a ponto de acharmos que somos donos deste mundo e que podemos fazer o que bem entendermos, nos esquecendo que existem aqui outros seres vivos que foram dados a nós, por Deus, para cuidarmos, e que sofrem com nossa desrespeito e desumanidade.
Mais uma vez, chego a conclusão que não somos nada diante da imensa criação de Deus. Que fomos criados para administrar e cuidar esse mundo utilizando a capacidade que Ele nos deu, mas o que fizemos foi disseminar guerras, ódio, fome, doenças, incompreesão, discórdias e muito mais.

O vídeo dura apenas 6 minutos. Vale a pena assistir e refletir.
Boa reflexão!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Coral ajuda na luta contra mal de Parkinson, dizem especialistas


“Quem canta, seu mal de Parkinson espanta.” A frase, dita entre risos pelo presidente da Associação Brasil Parkinson (ABP), Samuel Grossmann, define bem a razão de ser do coral de pacientes com Parkinson e pioneiro no País: minimizar os efeitos da doença na voz e, de quebra, melhorar a auto-estima dos coristas.“O mal de Parkinson torna a voz cada vez mais trêmula, monótona e fraca”, explica Mara Behlau, fonoaudióloga do Centro de Estudos da Voz (CEV), em São Paulo. “O paciente transmite a impressão de estar mais doente do que realmente está.” A doença, incurável, afeta o sistema nervoso, prejudicando os movimentos. Causa tremores, rigidez muscular e desequilíbrio. Mara idealizou o coral há dez anos. Atuando na instituição desde que os trabalhos começaram, ela queria encontrar um bom exercício para acompanhar o serviço de fonoaudiologia gratuito que o CEV oferece aos parkinsonianos da associação. “O coral surgiu naturalmente.” Os ensaios são abertos e ocorrem no auditório da associação nas tardes de quinta-feira. Participam, em média, 40 pessoas todas as semanas. Cerca de 150 parkinsonianos já se beneficiaram com a iniciativa.A fonoaudióloga Rosyane Faukas assistiu um dia à apresentação do coral. Ficou emocionada. Ofereceu-se para ajudar e, desde então, anima os encontros com violão. “Eles gostam muito de seresta, mas também tocamos MPB.”Rosyane e Mara conduziram uma pesquisa científica sobre o efeito do coral na voz dos parkinsonianos. Participaram 12 homens e 17 mulheres que freqüentam os ensaios. As pesquisadoras gravaram exercícios vocais antes e depois dos encontros. Concluíram que houve melhora no “tempo de fonação” e “diminuição da instabilidade” da voz. “A participação no coral não cura de uma vez as deficiências na fala”, explica Mara. “Como o Parkinson é uma doença degenerativa, a melhora permanece enquanto o paciente exercita o canto.” Elas pretendem mostrar os resultados no 13º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/16/ coral_ajuda_na_luta_contra_mal_de_parkinson_dizem_especialistas_1363570.html

sábado, 21 de junho de 2008

Os benefícios do canto


Viena, 31 de Março de 2008 -

Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes. Até pouco tempo, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque não sabem, pois assim as privam de sua capacidade de personificação e o acesso à experiência do som."Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano", afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca Medizin Populär."Cantar é a respiração estruturada", afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração. Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje, como transtornos do sono, doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueiam e paralisam ou acumulam agressividade. Por meio da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial. Lembrando o ditado "quem canta, seus males espanta", não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente de quem está triste.

FONTE: YAHOO NOTICIAS - FONTE - (Gazeta Mercantil - EFE)

As regras de ouro da boa voz do cantor

  1. Nunca cante quando não estiver em boas condições de saúde.

  2. Use roupas confortáveis, não apertadas, principalmente na garganta, no peito, na cintura e no abdômen

  3. Mantenha-se sempre hidratado, bebendo, pelo menos, dois litros de água por dia.

  4. Aqueça e desaqueça a voz antes e depois das apresentações, respectivamente. Um cantor que fala do mesmo jeito que canta submete seu aparelho vocal a um desgaste muito maior.

  5. Ensaie o suficiente para ficar seguro quanto ao texto, melodia e controle de voz; assim fazendo, você vai reduzir a interferência de aspectos emocionais negativos, como o medo e ansiedade ante o público. Não ensaie por mais de uma hora sem descanso.

  6. Monitore sua voz durante os ensaios e apresentações: aprenda a ouvir sua qualidade vocal e a reconhecer as características básicas de sua boa emissão. Aprenda a reconhecer suas sensações de esforço vocal e tensões desnecessárias, a fim de evitá-las.

  7. Lembre-se de que um certo nervosismo mobiliza positivamente a energia para uma apresentação mais rica e envolvente; a adrenalina é positiva e confere emoção ao canto. Além disso, o público espera o sucesso do cantor, confie nesta química!

  8. Evite festas ruidosas, lugares enfumaçados e barulhentos, tanto antes como depois das apresentações.

  9. Mantenha uma dieta balanceada, pois o canto é uma função especial e requer grande aporte energético.

  10. Nunca se auto-medique; não tome remédios sugeridos por leigos, nem chás e infusões de efeito desconhecido. Também não repita receitas médicas utilizadas numa certa ocasião, mesmo que tenham dado resultado positivo. Procure ajuda especializada quando necessário.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Aprendizagem Musical

Há duas semanas encontrei algo muito interessante sobre Aprendizagem Musical.
É um livro chamado "Teoria de Aprendizagem Musical para Recém Nascidos e Crianças em Idade Pré-Escolar" de Edwin E. Gordon. Um dos temas privilegiados por este investigador é, justamente, o desenvolvimento musical de recém-nascidos e crianças em idade pré-escolar, que tem colhido uma enorme receptividade e trazido grande inovação ao panorama da nossa educação musical.

Um assunto muito interessante!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Cuidado com os Ouvidos

Fonte: http://www.gospelmusiccafe.com.br/cafe_audio.aspx?cod_audio=30

Gostaria de comentar hoje, algo que tenho observado em muitas igrejas e eventosque tenho visitado. Sei que é um tema polêmico e que pode se até muito subjetivo, trata-se do volume alto que é imposto aos frequentadores dos cultos, encontros, ou musicais.Infelizmente instituiu-se a inverdade que diz que som alto é sinonimo de som bom, e ai temos um problema de saúde pública, pois esses ouvintes são vítimas indefesas de algo muito prejudicial à sua saúde, pois já constatei encontros musicais onde o nível de áudio girava em torno de 100 decibéis. Segundo dados da Associação Brasileira deOtorrinolaringologia , o ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe apossibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando a perdaauditiva. O otorrinolaringologista Luiz Carlos Alves de Sousa, afirma que um indivíduonão pode permanecer em um ambiente com atividade sonora de 85 decibéis de intensida-de por mais de 8 horas. Esse tempo cai para 4 horas em lugares com 90 decibéis; 2 horasem locais com 95 decibéis e 1 hora onde a intensidade chega a 100 decibéis.Dependendo do período de exposição, sons de intensidades superiores a 85 decibéis podem causar “distúrbio de dupla perversidade, pois ao mesmo tempo em quecompromete nossa capacidade auditiva para sons ambientais, pode causar ainda umsintoma contínuo e muito incômodo: o zumbido.A lesão por ruído geralmente fere células do ouvido responsáveis pelas freqüências agudas. “E é justamente nestas freqüências que estão concentrados os principais fonemas para o entendimento das palavras. Quando isto ocorre, o paciente deve procurar um otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico médico”.Muitos operadores de som, seja por ignorãncia ou por imposição dos dirigentes, eeu já presenciei isso, trabalham com níveis excessivos de som, com o pretexto de que umnúmero maior de pessoas precisam ouvir a mensagem. A falta de preparo leva esses ope-radores a utilizarem a potência máxima dos sistemas tentando obter maior inteligibilidade e em nossos dias onde as potências em conjunto com ótimos alto-falantes, proporcionam facilmente altos níveis de pressão sonora.Desde o início a nossa intenção aqui foi, mesmo que de uma forma bem básica dar dicas a esses operadores de como obter o melhor som de seus sistemas, mesmo que eles sejam dos mais simples. E este nosso alerta de hoje vem de encontro a uma preocupação que tenho exatamente neste sentido, qualidade de áudio, significa fazer com que a voz chegue aos ouvintes o mais claro possível, e que os instrumentos também, além disso possam ser reproduzidos com beleza e naturalidade sem agredir os ouvidos nem ficar acima do nível vocal.Lembrem-se nossos ouvidos são nossas melhores ferramentas, use o bom senso, ouça bem os timbres antes de amplificá-los e tente reproduzí-los da maneira mais naturalpossível e como última dica, quanto menos agressão aos ouvidos, mais tempo a pessoavai poder ficar ouvindo.

Samuel Mattos

dez/2007