quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mensagem!



Desejo a todos que acompanham o blog um FELIZ NATAL e um ANO NOVO cheio de realizações!
E como nosso blog é sobre música, nada mais justo que lhes dedicar "Silent Night", muito bem tocada por este pianista!

Apreciem!

Surdez influenciou a música de Beethoven

Matéria muito interessante do portal R7. (FONTE: CLIQUE AQUI)

A surdez progressiva influenciou profundamente as composições de Beethoven, levando-o a escolher notas de frequência mais baixa conforme sua condição piorava, afirma um recente estudo.
Beethoven mencionou pela primeira vez sua perda de audição em 1801, aos 30 anos, reclamando que estava com problemas para ouvir notas altas de instrumentos e vozes.
Em 1812, as pessoas precisavam gritar para se fazer entender por ele e, em 1818, o músico começou a se comunicar através de anotações. Nos últimos anos antes de sua morte, em 1827, sua surdez, aparentemente, era total.
Escrevendo para a última edição do British Medical Journal (BMJ), um trio de cientistas da Holanda examinou os quartetos de cordas de Beethoven.
Eles agruparam esses trabalhos em quatro períodos, dos primeiros (1798-1800) ao último (1824-26).
Os especialistas observaram a primeira parte de violino no primeiro movimento de cada quarteto, contando o número de notas acima de G6 (acorde de sexta, Sol, Si, Ré, Mi), que corresponde a 1,568 Hertz.
O uso de notas mais altas decresceu conforme a surdez aumentou, eles descobriram.
Para compensar, Beethoven usava mais as notas de frequências baixas e médias, que ele podia ouvir melhor quando a música era tocada.
Mas nos últimos quartetos, escritos quando ele estava totalmente surdo, as notas mais altas voltaram a aparecer.
O estudo é de autoria de Edoardo Saccenti, Age Smilde e Wim Saris do Centro Metabolômico dos Países Baixos, em Leiden.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dia do músico!

Não poderia deixar de parabenizar a todos os músicos que dedicam horas de seus dias a essa arte que toca profundamente os corações de milhares de pessoas, inclusive os nossos!!!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Surdos aprendem a sentir a música e vão à escola se tornar DJs


Um pé sobre a caixa de som para acompanhar os ritmos, os olhos concentrados nos gráficos do software que faz as mixagens no computador. Com ajuda da tecnologia e "sentindo" a música, pessoas com deficiência auditiva estão aprendendo a ser DJs.
É o caso de Leonardo Castilho, 23, aluno da escola e-DJs há um mês e fã de pop, MBP, soul e black music. Ele tem 10% da audição, mas já gostava de sentir as vibrações nas baladas. Quando descobriu programas de computador que permitem "ver" a música, percebeu que poderia se profissionalizar. Ele é um dos três alunos surdos já inscritos no curso de DJs da escola, que custa R$ 200 por mês.
Edvaldo dos Santos, 25 e Luana Milani, 26, fizeram apenas um dia de aula. Ela diz que ser DJ é a "realização de um sonho". Surda de nascença, consegue discernir alguns sons quando coloca o aparelho auditivo. Luana prefere as músicas eletrônicas e hip hop, com batidas fortes, e diz que não viu dificuldades no primeiro dia de aula, na semana retrasada.
Os alunos se comunicam com a professora Lisa Bueno com gestos e leitura labial, já que ela não domina a língua brasileira de sinais. Mas dizem não ter dificuldade em entender o que é ensinado. "Está sendo um desafio para mim também, pois é algo que nunca tinha imaginado e de repente surgiu", diz ela, que já tocou em uma balada chamada Vibração, para mais de mil surdos, quando foi procurada por Leonardo com a sugestão de montar o curso para pessoas com deficiência auditiva.
"Eu nunca vi algum DJ surdo aqui no Brasil. O meu principal objetivo é fazê-los sentirem vibração como eu sinto", diz Leonardo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Estudo comprova que a música ajuda no tratamento contra o câncer

Fonte: clique aqui
por Jackie Salomao

Dizem que a música faz bem para a alma. Agora, cientistas comprovaram que também faz bem para o corpo, de acordo com um estudo feito na Filadélfia (EUA). A música pode ajudar pacientes com câncer, obtendo efeitos positivos em relação ao humor, dor e a qualidade de vida para quem está passando pelo tratamento. O artigo 'Music Interventions for Improving Psychological and Physical Outcomes in Cancer Patients', foi publicado na biblioteca virtual Cochrane Database of Systematic Reviews.
Comandado pela professora Joke Bradt, do Departamento de Tratamentos Criativos da Universidade de Drexel, na Filadélfia, o estudo indicou que a utilização de música como um complemento no tratamento de câncer pode melhorar o bem estar do paciente.
Os pesquisadores analisaram 1.891 pacientes em 30 experimentos distintos, feitos em sete países: Estados Unidos, China, Itália, Irã, Espanha, Taiwan e Vietnã. Estes pacientes foram divididos entre os que ouviram música ao vivo (musicoterapia) e aqueles que escutaram gravações.
Em ambos os casos, os resultados demonstraram que o nível de ansiedade baixou 'consideravelmente' para os pacientes de diferentes tipos de câncer. Segundo a doutora Joke, o procedimento pode servir não só como uma fonte de entretenimento como de concentração. "Está provado que, quanto mais relaxado está o paciente, menos dor ele sente", disse Joke.
Outros estudos deverão ser feitos para entender melhor o efeito da música sob o nível de estresse, pois dados disponíveis são insuficientes para chegar a uma conclusão mais aprofundada. Os resultados sugerem que a musicoterapia pode ajudar a dar 'energia' ao doente, seja escutando música ou até mesmo tocando algum instrumento.

sábado, 30 de julho de 2011

Música: garantia de saúde para o cérebro?

Olha gente, que legal! O estudo e a prática musical pode prevenir doenças como Alzheimer!

(Achei aqui:  http://oglobo.globo.com/blogs/clubedomaestro/posts/2011/04/28/musica-garantia-de-saude-para-cerebro-377121.asp)

Muita gente já ouviu falar num tal "efeito Mozart": pesquisas teriam comprovado o aumento (ou estímulo) da inteligência em crianças expostas à música de Mozart. Até pesquisas intrauterinas teriam sido realizadas. Na verdade, nada foi provado - aqui vai um artigo bem esclarecedor (em inglês) que refaz o histórico desse conceito. Na verdade, conta a reportagem da NPR (rádio pública americana), o que importa é gostar DE MÚSICA. É a música, qualquer quer seja, o gatilho de novas conexões do cérebro e de melhorias nas percepções espaço-temporais. "Poderíamos falar de um Efeito Pearl Jam, ou de um Efeito Christina Aguillera", diz Alix Spiegel, que assina a reportagem.
Um novo estudo acaba de ser divulgado na prestigiosa revista americana Neurpsychology. Pesquisadores do Centro Médico da universidade de Kansas provaram que o estudo e a prática de música ao longo da vida aumentam a manutenção da capacidade cognitiva em idade avançada. A pesquisa examinou 70 pessoas entre 60 e 83 anos, todos em ótimas condições físicas e sem qualquer handicap, como Alzheimer. Separados em três grupos (os que não tinham nenhum estudo de música; aqueles com até 9 anos de estudo; e os que tinham com mais de dez anos de estudo), fizeram diversos testes e o grupo com maior vivência em música teve resultados muito superiores aos outros. Entre as habilidades testadas estavam a memória espacial e a flexibilidade cognitiva, ou seja, a adaptação a novas informações.


"O estudo de um instrumento requer anos de prática e de aprendizado", diz no artigo a professora de neurologia Brenda Hanna-Pladdy. "Isso pode criar no cérebro conexões alternativas que compensariam o declínio da capacidade cognitiva na idade avançada".

sexta-feira, 17 de junho de 2011

OSBA OFERECE CURSO GRATUITO DE APRECIAÇÃO MUSICAL

REPASSANDO! RECEBI POR E-MAIL. 


SERVIÇO:
CURSO: Apreciação Musical
INSCRIÇÕES: Até 22 de junho de 2011LOCAL: Administração da OSBA - Teatro Castro Alves, Ala B, Piso B. HORÁRIO: 10h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta. 
GRATUITO
Mais informações: Telefone: (71) 3117-4836 E-mail: osba@tca.ba.gov.br
OSBA OFERECE CURSO GRATUITO DE APRECIAÇÃO MUSICALO programa é composto por assuntos como a natureza dos instrumentos musicais, as culturas musicais de épocas diversas e seus aspectos teóricos
Fotos: Divulgação
O programa tem como base a História da Música Ocidental
Estão abertas até 22 de junho, as inscrições para o Curso de Apreciação Musical, promovido pela Orquestra Sinfônica da Bahia. O programa do curso tem como base a História da Música Ocidental, e abordará, entre outros temas, a natureza dos instrumentos musicais, as culturas musicais de épocas diversas e seus aspectos teóricos.
As inscrições são gratuitas e estão sendo realizadas na Administração da OSBA, no Teatro Castro Alves, de segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 17h. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição e o único pré-requisito para participação no curso é a idade mínima de 15 anos. As aulas começam no dia 05 de julho e seguem até o mês dezembro. Serão aulas semanais de 1 hora e meia de duração, que acontecem às terças ou quintas, no Memorial do Teatro Castro Alves. O curso será ministrado por Karina Martins Seixas, violoncelista da OSBA.

terça-feira, 7 de junho de 2011

JOVEM QUE ESTUDA MÚSICA PROTEGE CÉREBRO EM IDADE AVANÇADA

As muitas horas dedicadas ao aprendizado de música trazem benefícios a longo prazo, mostra um estudo
publicado na versão on-line do jornal "Neuropsychology", da Associação Americana de Psicologia.
A pesquisa indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais por muitos anos parecem formar uma proteção natural contra perdas cognitivas que costumam ocorrer durante a terceira idade.
Mesmo que essas pessoas tenham largado o instrumento em algum momento das suas vidas, a mente ainda se mostra afiada na idade avançada, se comparada àqueles que nunca aprenderam música.
Um grupo formado por 70 musicistas com idade entre 60 e 83 anos se submeteu a variados testes de memória e habilidade para captar informações novas, entre outras situações.
 O resultado é que se saíram melhor nas provas quem tocou música durante nove e dez anos. O que sugere que quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro. O piano ficou como o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos eram amadores e tinham em comum terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.
 O estudo também considerou o preparo físico e o nível educacional dos participantes. E, o que chamou a atenção, é que havia igualmente a relação entre a capacidade cognitiva e os anos de atividade musical se os voluntários estavam ou não envolvidos com música atualmente.
 A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e ações repetitivas.
 
Fonte: Jornal Folha de São Paulo


Disponível no site: http://www.escolasdemusica.com.br/not_show.asp?ord=147. Acessado em 07/06/2011

Série TCA 2011

O Teatro Castro Alves lança a temporada 2011 com muita música, dança e teatro.

Maiores informações aqui: http://www.tca.ba.gov.br/serietca2011/index.htm

Está imperdível!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Camerata da OSBA “Opuls Lumen” apresenta concertos gratuitos em Salvador

Ótima Iniciativa! Tem que ser divulgado! (retirado daqui)


A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) continua levando a música de concerto aos quatro cantos de Salvador, através do projeto Cameratas, com apresentação de grupos formados por músicos da orquestra, visando à formação de plateia. Esta semana, destaque para a camerata Opus Lumen que estará no dia 17, quinta-feira, às 14h30, no Centro Estadual de Oncologia, (CICAN / Complexo HGE) na av. Vasco da Gama. E no dia 18, sexta, às 15h, na Legião da Boa Vontade – LBV, na rua Porto dos Mastros, 19 – Ribeira. Os concertos têm entrada franca.
Opus Lumen - É formado pelos músicos Gustavo Seal (oboé) Solamy Oliveira (clarineta) e Cláudia Sales (fagote). Uma das clássicas formações de grupos de câmera, o trio de palhetas é composto por instrumentos de sopro que utilizam palhetas para emitir seu som; dois são tocados com palheta dupla – o oboé e o fagote, e um com palheta simples – a clarineta. O grupo executa um repertório de peças eruditas contemplando a música clássica, passando pela popular estilizada.

Serviço:
O quê:
Projeto Cameratas da Orquestra Sinfônica da Bahia – OPUS LUMEN
Onde/ quando:
17/03 – quinta-feira, às 14h30, Centro Estadual de Oncologia, (CICAN / Complexo HGE) na av. Vasco da Gama.
18/ 03 – sexta-feira, às 15h, Legião da Boa Vontade – LBV, na rua Porto dos Mastros, 19 – Ribeira.
Acesso:
Entrada franca

Abertura da Temporada 2011 da OSBA

A Orquestra Sinfônica da Bahia fará seu concerto de abertura da temporada desse ano hoje, 16 de março, as 20h no Teatro Castro Alves. 
Pra quem aprecia música erudita, essa é uma boa oportunidade.
Confira mais informações abaixo (retirado daqui)



Apresentação terá regência do maestro Carlos Prazeres, novo diretor artístico da orquestra

A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) realiza Concerto de Abertura da Temporada 2011 no próximo dia 16 de março, quarta-feira, às 20 horas, na Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), com ingressos (inteira) a R$ 10. Na ocasião os músicos serão regidos pelo maestro carioca Carlos Prazeres, novo diretor artístico da orquestra. No repertório da noite serão executadas as obras “Capriccio para violino solo e cordas” de J. Woolrich, “Sinfonia nº. 5, Op. 64, em Mi menor” de P. I. Tchaikovsky e “Os Mestres Cantores de Nurember: Prelúdios do 1º e 3º atos” de R. Wagner. O concerto terá como solista o violinista alemão Markus Däunert.
CARLOS PRAZERES – Novo diretor artístico da Osba, em substituição ao pianista Ricardo Castro, que esteve à frente da orquestra entre 2007 e 2010, o carioca Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração, sendo ainda regente assistente da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) no Rio de Janeiro desde 2005. Já dividiu o palco com artistas como Antonio Meneses, Rosana Lamosa, Fábio Zanon, Augustin Dumay, Wagner Tiso, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, entre outros.
Como maestro convidado, Carlos Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Orquestra Cherubini e Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda na Itália, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Sinfônica da Bahia, OSUSP, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC).
Prazeres graduou-se em oboé na UNI-Rio e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim (Fundação Karajan). Desempenhou a função de oboísta solista junto à Barock Orchester Berlim, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
MARKUS DAÜNERT – O violinista alemão Markus Däunert atuou como concertino da Orquestra de Câmara Mahler, entre 1997 e 2005, com os maestros Claudio Abbado, Bernard Haitink, Sir Simon Rattle e Daniel Harding. É membro fundador da Orquestra de Câmara Mahler. Desde 2005 atua regularmente como líder convidado com a Leipzig Gewandhausorchestra e no Ensemble Modern de Frankfurt. Toca regularmente no Lucerna Festival Orchestra e atualmente é professor na Hochschule für Musik und darstellende Kunst Frankfurt am Main, na Alemanha, e da Academia De Sono em Turim, Itália. É preparador regular dos naipes de violinos do Schleswig-Holstein Musikfestival, Simón Bolívar Youth Orchestra, Orquestra Jovem das Américas, entre outras.
Tocou como solista com a Orquestra Simón Bolívar de Caracas, Mahler Chamber Orchestra, Archi De Sono Turim, Aldeburgh Strings England e da Orquestra da Ópera de Berlim. Apresentou-se em grandes festivais como o Salzburger Festspiele, Wiener Festwochen, London Proms, Schleswig-Holstein Musikfestival, Festival de Lucerna, Edinburgh Festival, entre outros. Gravou vários CDs e DVDs para a Deutsche Grammophon, EMI, Decca, SONY e Virgin Classics. Realizou turnês para a Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul.
OS MESTRES CANTORES DE NUREMBERG: Prelúdios do 1º e 3º atos de R. Wagner – Estes prelúdios estão entretecidos dos principais temas que reencontraremos no decorrer desta única ópera de caráter cômico escrita por Wagner. Musicalmente esta ópera é a mais serena de todas, afirmação do espírito germânico em sua fecunda fantasia artística, reação às atmosferas perigosas e exasperadas do Tristan que tinha tocado os limites da desagregação tonal: nos Mestres Cantores a tonalidade está reafirmada e o “Leitmotiv” é tratado claramente, referindo-se aos personagens sem ambíguos simbolismos.
CAPRICCIO PARA VIOLINO SOLO E CORDAS de J. Woolrich – Compositor realizado e professor criativo é uma figura importante na vida musical britânica. O lírico “Capriccio” para violino solo e cordas foi apresentado em Aldeburgh em Outubro de 2010 pelo violinista Markus Däunert e um grupo de cordas de Aldeburgh, onde também tocaram membros da Gewandhaus de Leipzig, da Sinfônica de Londres e do Quarteto “Alban Berg”.
SINFONIA Nº5, OP.64, EM MI MENOR de P. I. Tchaikowsky – A Quinta Sinfonia de Tchaikowsky foi descrita como a “mais sinfônica” de todas suas sinfonias, no sentido que o “elemento construtivo” domina toda a extensâo da obra. Como na quarta sinfonia, a quinta apresenta idéias programáticas inspiradas provavelmente em acontecimentos autobiográficos, dos quais não se conhecem detalhes. Tchaikowsky escreveu-a em 1888 ao retornar da sua primeira turnê de concertos na Europa ocidental que o levou às cidades de Berlin, Leipzig, Hamburgo e depois até Paris e Londres. Esta viagem proporcionou-lhe aquela celebridade internacional que, até aqui, tinha esperado em vão. O seu estado de ânimo otimista deste momento reflete-se sem dúvida nesta quinta sinfonia, ainda que não possamos dizer se outros acontecimentos deste período influenciaram sua música.
SERVIÇO:
O quê: Osba – Abertura da Temporada 2011
Onde: Sala Principal
Quando: 16 de março, quarta-feira, às 20h
Ingressos (inteira): R$ 10

terça-feira, 15 de março de 2011

Zumbido no ouvido cresce entre jovens

Uso inadequado de tocadores de MP3, stress e alimentação estão entre causas.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/zumbido-no-ouvido-cresce-entre-jovens

Antes considerado um problema exclusivo de idosos e pessoas de meia idade, o zumbido no ouvido tem se tornado comum entre jovens, alertam especialistas. Entre as causas apontadas estão o uso crescente e inadequado de aparelhos sonoros, stress e erros alimentares, como consumo excessivo de doces e cafeína.
O tema será destaque na décima edição do Congresso Mundial de Zumbido, que ocorre nesta semana, pela primeira vez no Brasil, em Florianópolis, a partir desta quarta-feira. Pesquisas recentes mostram que a incidência do zumbido - barulho constante, que pode parecer um apito, um canto de cigarra ou um chiado de TV fora do ar - tem crescido na população como um todo.
Pesquisa feita há 15 anos pelo National Institute of Health, dos Estados Unidos, indicava que 15% da população sofria com o problema. Novo levantamento feito no ano passado apontou índice de 24%. "Se o problema continuar a crescer nessa proporção, em menos de 30 anos poderá alcançar 42%. Isso representa quase metade da população", alerta a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez.
Sanchez coordenou um levantamento com 840 pacientes atendidos no Hospital das Clínicas de São Paulo, entre 2005 e 2007, que mostrou um aumento de 20% por ano na incidência de zumbido entre pessoas com menos de 25 anos. Para Tanit, a poluição sonora é a principal explicação para esse crescimento.
O primeiro passo para combater o zumbido é identificar a causa - e elas podem ser muitas. A mais frequente é a degeneração das células auditivas causada pelo processo natural de envelhecimento. Em segundo lugar vem a poluição sonora, que, com o tempo, acaba lesando as células do ouvido.
Hoje, uma das principais fontes de poluição sonora são aparelhos como iPod e similares. "O grande problema dos tocadores de MP3 é que eles são muito bons", diz Robert Sweetow, da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos Estados Unidos. "Quando se aumentava muito o volume dos aparelhos antigos, o som ficava distorcido. Hoje é possível ouvir música alta com qualidade. Além disso, a possibilidade de personalizar a seleção e armazenar grande quantidade de arquivos faz com que as pessoas usem os aparelhos mais tempo", afirma.
Há também outros fatores que a maioria das pessoas desconhece e que podem ter ligação com o problema auditivo, como colesterol elevado, diabetes, hipotireoidismo, stress e maus hábitos alimentares.
(Com Agência Estado)

 

Projeto com música da PIB Curitiba se multiplica de norte a sul do país

Olha que maravilha! A Educação Musical a serviço da Evangelização! Encontrei esse artigo aqui.



O projeto Espaço Vida e Música da Primeira Igreja Batista de Curitiba, que visa oferecer oportunidade, a juniores e adolescentes, de desenvolver valores e habilidades por meio da música, tem se multiplicado pelos campos missionários brasileiros.

Em uma parceria entre PIB de Curitiba e Missões Nacionais, missionários passam um período na Igreja, conhecendo o projeto, acompanhando as aulas e recebendo treinamento para aplicar o projeto em seus campos, com o propósito de alcançar suas comunidades, investindo na vida das pessoas, desenvolvendo a valorização pessoal, moldando o caráter e colocando o coração no lugar certo.

Após este treinamento, o projeto é desenvolvido no norte e no sul do país. Em Flores da Cunha/RS, a missionária Aline Scardini iniciou com um grupo de flauta doce e agora já tem também aulas de violão e teclado. As aulas ocorrem na frente missionária e em outro bairro onde iniciam um novo ponto de pregação.

Neste bairro, uma jovem senhora que tem participado das reuniões nos lares, ofereceu sua própria casa para as aulas de música. "Ao todo, temos oito novos instrumentistas, que, para honra e glória do nosso Senhor, em breve estarão compondo o primeiro grupo de louvor da Igreja Batista em Flores da Cunha", afirmou entusiasmada a missionária.

Em Rio Branco/AC, a missionária Sheyla Kelly iniciou com as crianças da congregação, também com flauta doce, onde 11 crianças estão matriculadas: oito na turma da manhã e três na turma da tarde. Em fevereiro, as crianças realizaram a primeira apresentação com duas músicas. "Foi um culto maravilhoso! Todos ficaram alegres com a apresentação", compartilhou Sheyla.

Sobre a iniciativa da PIB de Curitiba, as missionárias são unânimes: "Agradeço ao ministro de música, Pr. Paulo Davi, pela oportunidade de aprender mais e poder continuar servindo a Deus através da música", declarou Aline. Para Sheyla, "Conhecer o projeto Espaço Vida & Música foi maravilhoso! Aprendi muito com as experiências do Pr. Paulo Davi, como também com a humildade dos professores que nos trataram muito bem e nos ensinaram com todo amor", acrescentando que irá usar muitas experiências que viu e ouviu naqueles dias em seu ministério. 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Instituto utiliza música como instrumento de inclusão social

Fonte: http://aprendiz.uol.com.br/content/phetestedr.mmp



Cássia Gisele Ribeiro


Em 1996, ao ver pela televisão as notícias sobre um incêndio que devastou a comunidade de Heliópolis, em São Paulo (SP), o músico Silvio Baccarelli decidiu utilizar o que melhor sabia para ajudar os jovens que lutavam para recuperar suas casas e pertences.

Baccarelli procurou uma escola pública da região para estabelecer uma parceria e sugeriu ensinar para as crianças a arte de tocar instrumentos de orquestra. A primeira turma atendeu 36 jovens, que tiveram aulas de violino, viola, violoncelo e contrabaixo no Auditório Baccarelli, na Vila Mariana, zona sul da cidade. Nessa época, o maestro custeava todas as despesas.

Hoje, o Instituto Baccarelli é uma associação civil sem fins lucrativos que busca oferecer formação musical e artística de excelência para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, a instituição atende 970 jovens na própria comunidade de Heliópolis.

“Por meio da música levamos ao jovem a liberdade, a consciência, os sonhos e a missão da bondade”, acredita Baccarelli. Além disso, o músico afirma que além do desenvolvimento pessoal, a música cria a possibilidade de profissionalização. “Sempre buscamos mostrar a esses jovens que eles não estão sozinhos no mundo. E que se alguém proporcionou a eles essa oportunidade, eles têm o compromisso de proporcionar oportunidade a outras pessoas”, diz.

A organização gerencia os projetos: Sinfônica Heliópolis, de prática orquestral; Orquestra do Amanhã, de iniciação e aprimoramento em estudo de instrumentos; Coral da Gente, de iniciação e aperfeiçoamento em canto coral com técnicas de expressão cênica e Encantar na Escola, iniciação em canto coral aplicado em escolas da rede pública. 

Além disso, o instituto firmou uma parceria com o Mozarteum Brasileiro, uma organização que tem como objetivo a difusão da música erudita na sociedade brasileira. Dessa forma, os alunos do Instituto Baccarelli assistem aos concertos da programação internacional do Mozarteum, atividade que possibilitou, em 2007, a ida de jovens a festivais de música erudita na Europa.

“Entre os professores estão alguns dos melhores regentes infanto-juvenis e instrumentistas do país”, conta Baccarelli. “Esperamos que, no futuro, muitos dos nossos alunos possam lecionar também”.

Para o futuro, Baccarelli tem planos: está sendo construída uma nova sede, específica para o projeto, dentro da comunidade de Heliópolis. Segundo o maestro, o espaço terá recursos que contribuirão diretamente para a melhoria da formação dos alunos, além de ter capacidade para um número ainda maior de estudantes. “Nosso objetivo é melhorar a qualidade, ao mesmo tempo em que ampliamos o nosso atendimento”.

Essa e outras experiências serão apresentadas no Seminário Aprendiz que acontece na sexta-feira, dia 14 de dezembro, em São Paulo (SP).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Curso Complementação de Estudos 'Formação Pedagógico-Musical'

Olá Queridos!

Trago-vos ótimas novidades. O Instituto de Educação Musical (IEM), onde tive o prazer de ser aluna, mais uma vez apresenta o seu Curso de Complementação de Estudos para Foramação Pedagógico- Musical, destinado aos professores de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O objetivo é capacitar professores para o exercício do ensino da música nas escolas regulares, visto que agora é obrigatório o ensino de música.

Maiores informações sobre o curso clique aqui.

Leia o artigo abaixo da professora Carmem Mettig sobre o que motivou o curso e seus objetivos. 



A partir de agosto de 2011, o ensino de música em todas as escolas brasileiras se tornará uma realidade. Mas a aplicação da Lei nº 11.769/2008, que situa a música como conteúdo obrigatório do currículo da Educação Básica, está levando gestores escolares, políticos e pedagogos de todo o país a refletirem sobre uma questão importante: não existem professores com formação adequada em educação musical para preencher todas as vagas que já estão sendo disponibilizadas pelas escolas. E mais: ainda não foi feita uma análise aprofundada sobre os conteúdos a serem ministrados por esses profissionais.


Pensando em contribuir para esse processo, as Faculdades Olga Mettig acabam de lançar o Curso de Complementação de Estudos em Formação Pedagógico-Musical para Professores da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Dividido em quatro módulos de 20 horas/aula cada, ele vai possibilitar a professores unidocentes [de classe], sem experiência prévia em educação musical, ampliar seus conhecimentos sobre formas de trabalho com música no cotidiano escolar, permitindo-os planejar e desenvolver atividades nesta área em sala de aula de uma forma lúdica, criativa e pedagógica.


Os quatro módulos estão divididos em: Sensibilização Musical, Práticas em Educação Musical, Práticas Artísticas Integradas e Iniciação Instrumental. Eles envolvem disciplinas como Treinamento Rítmico, Fundamentação e Prática da Educação Musical, Contando Histórias e Dinâmica de Coro Infantil, entre outras. Além disso, os professores inscritos vivenciarão na prática a iniciação a um instrumento [violão ou flauta doce], que lhes será útil na sua vivência diária em sala de aula.


A iniciativa é uma ferramenta importante para professores e escolas que não têm contato com as atividades relacionadas à música. Esse tipo de preparação do professor unidocente será fundamental para o bom aproveitamento da prática da educação musical nas salas de aula.


Estudantes de música passam por mudanças visíveis no que diz respeito à criatividade, ao saber ouvir, à desinibição corporal, coordenação e independência motora, concentração, disciplina e socialização. Tudo isso contribui para um eficiente desempenho em todas as atividades acadêmicas – e não só às relacionadas ao conteúdo musical. Incluir a Educação Musical no currículo escolar é um passo positivo e ambicioso, que pode trazer ótimos frutos para nossas crianças e jovens, caso seja aplicado de forma produtiva.


Essa não é a primeira vez que as Faculdades Olga Mettig investem numa iniciativa ligada à formação de professores na área da Educação Musical. Em 2008, coordenei uma parceria da FAMETTIG entre o Instituo de Educação Musical – IEM e a Fundação CEFET/BAHIA na criação do Projeto de Formação de Professores das Classes Iniciais do Ensino Regular.


Elaborado como uma iniciativa de responsabilidade social, o projeto levou atualização pedagógica a professores de educação infantil e das séries iniciais da rede pública e de comunidades de Salvador. Foram oferecidas aulas gratuitas a um grupo de 40 professores de música, ajudando-os a enriquecer suas ferramentas de ensino e torná-los multiplicadores da metodologia apresentada. O projeto teve o apoio da Secretaria Municipal de Educação.


Estou certa de que esse novo curso será mais um passo decisivo para que a música tenha seu lugar na educação da criança. Diante de tantas dificuldades pelas quais nosso país tem passado, a resolução de incluir a música nos currículos escolares é saudável e bem-vinda, devendo ser comemorada por todos os educadores de nosso país. Nós, da FAMETTIG, estamos aplaudindo essa resolução e queremos colaborar ativamente com esse processo.



Carmen Mettig Rocha
Formada em Pedagogia pela UCSal e em Licenciatura em Música e em Teoria Musical pela UFBa, Carmen Mettig Rocha é autora de livros em diversas áreas da Educação Musical. É representante do Brasil no Conselho de Direção da Associação Internacional Willems e possui o “Certificat de Préparation Musical de L’ Enfant” e o “Diplôme Professional Didactique Willems”. Participou de diversos encontros internacionais de educação musical e é constantemente requisitada para ministrar cursos em Festivais e Encontros de Educadores Musicais. Como vice-presidente da APEMBA – Associação dos Professores de Educação Musical da Bahia, coordena anualmente os Encontros de Vivências Musicais, em Salvador. É diretora do IEM - Instituto de Educação Musical, uma das principais escolas de música da Bahia. A Profa. Carmen assina a coordenação geral de todo o Curso de Complementação de Estudos em Formação Pedagógico-Musical da FAMETTIG.