quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Orquestra Sinfônica do Youtube!

O Youtube está com o empreendimento global de música.

Há algumas semanas eles lançaram a "Orquestra Sinfônica do Youtube".

A idéia é reunir músicos de vários países para tocar uma peça do compositor chinês Tan Dun.

O instrumentista baixa a partitura, estuda, grava um vídeo da sua performance e posta no youtube. Os melhores instrumentistas serão escolhidos para participar da estréia da orquestra que será no Carnegie Hall em Nova York em 15 de abril de 2009 (viagens e acomodações serão inclusas).

Para maiores informações acesse: http://www.youtube.com/user/symphonybrasil

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Como formar um grupo vocal?

Um grupo vocal é formado por 4 vozes, que chamamos de naipe: soprano, contralto, tenor e baixo. Algumas vezes podemos adicionar a estes o mezosoprano (um soprano “mais grave”....não muito agudo, chamado também de 2º soprano) e o barítono. Bem, é claro que esta formação é para grupos mistos de homens e mulheres.

No caso de um grupo feminino, geralmente as vozes são divididas em três: soprano, mezo e contralto. Quando a divisão é a 4 vozes adicionamos o 2º contralto.Num grupo masculino a divisão acontece assim: 1º tenor,2º tenor, Barítono, Baixo.

Qual dessas formações é a melhor? Depende daquilo que você quer e pretende. É certo que cada uma delas reproduzirá uma sonoridade diferente e peculiar, mas todas têm uma característica muito comum: a harmonia das vozes.

Alguns grupos costumam cantar acompanhados por uma banda ao vivo, ou playback (apenas o instrumental), já que não é tão fácil assim ter músicos instrumentistas à disposição, salvo raras exceções. Outros grupos já preferem cantar acappela, uma forma bem peculiar de formação de grupo vocal, pois aí não precisamos de nenhum instrumento para acompanhar o vocal, ou seja, é tudo no gogó! Há ainda os grupos que se servem muito bem dos dois estilos, o que acho ser de muito proveito, pois assim o diretor musical do grupo leva seus cantores a conhecerem os dois lados da moeda e a desenvolverem sua capacidade musical e vocal em ambas as formas.

Para você formar um grupo vocal basta ter material humano competente pra isso. Não, não estou dizendo que todos os integrantes devem ler partitura habilmente, nem ter um ouvido absoluto! É preciso que os vocalistas tenham no mínimo a voz afinada e sensibilidade para música.

Se você conhece pessoas assim, o que está esperando? Comece logo! Não Perca tempo!

Post atualizado em 02/01/2016


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sons relaxantes ajudam a reduzir pressão sanguínea, diz estudo

Um estudo anual apresentado em um congresso da Associação Americana do Coração afirma que ouvir sons relaxantes pode ajudar a reduzir a pressão sanguínea em idosos hipertensos.

O estudo, apresentado na 62ª Conferência para Pesquisa da Hipertensão, foi realizado na Universidade de Seattle e no centro cardiovascular da mesma cidade.
Durante quatro meses, três vezes por semana, um grupo de 41 idosos com hipertensão foi exposto a diferentes sons durante uma sessão de 12 minutos.
Os participantes estavam divididos em dois grupos. O primeiro, formado por 20 pessoas, ouviu uma voz suave que lhes pedia para relaxar todo o corpo e respirar profundamente enquanto o som das ondas do mar soava ao fundo. O segundo grupo, com 21 idosos, escutou durante esse tempo uma sonata de Mozart.
Os pesquisadores mediram as pressões sanguíneas sistólica e diastólica antes e depois de cada sessão.
Depois de quatro meses, nos dois grupos a pressão sistólica diminuiu 6,4% (de 141 a 132) no grupo que seguiu o programa de relaxamento, e quase 5% (de 141 a 134) no que ouviu Mozart.
A pressão diastólica, por outro lado, não diminuiu significativamente em nenhum dos dois casos.
A autora principal da pesquisa, a professora assistente da Universidade de Seattle Jean Tang, explicou que outros estudos sugerem que uma redução de 5 mmHg na pressão sistólica pode diminuir em 9% as mortes causadas por uma doença coronária e em 14% as relacionadas com derrame cerebral.
A pequena diferença entre os grupos, segundo Tang, pode ser a atenção dos participantes durante as sessões de audição. Entre os que escutaram música clássica, alguns possivelmente não relaxaram seus corpos.
Os tratamentos deste tipo, baseados na audição de sons como os empregados neste estudo - conhecidos como binaurais, são utilizados com sucesso há anos para tratar de dores crônica ou no treinamento de atletas.
Tang argumentou que o efeito benéfico deste tipo de tratamento - com sons binaurais - estaria no fato de que eles "regulam as ondas cerebrais para o nível alfa, com um efeito acalmante sobre os ouvintes que se concentrarem".
Segundo ele, o método de relaxamento atua sobre o sistema nervoso parassimpático, que reduz a pressão sanguínea ao relaxar os vasos. EFE


Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/17092008/40/entretenimento-sons-relaxantes-ajudam-reduzir-pressao-sanguinea-diz-estudo.html

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Você pode enxergar o som, dizem cientistas

Em uma reviravolta da neurociência uma nova pesquisa sugere que o sistema visual humano processa sons que nos ajudam a ver.
A nova regra: O cérebro pode, se necessário, usar o som diretamente para enxergar e a luz para ouvir.

Macaco ouve, macaco vê

Pesquisadores treinaram macacos para localizar uma luz que era emitida em uma tela. Quando ela era bem intensa, os macacos a encontravam com facilidade; quando era fraca, demorava um longo tempo. Mas se a luz fraca fizesse um breve som, os macacos a encontravam imediatamente – tão rápido, na realidade, que não poderia ser explicado pelas velhas teorias.
Gravações de 49 neurônios responsáveis pelos primeiros estágios do processamento visual mostraram uma ativação que espelhava o comportamento. Porém, quando o som era tocado, os neurônios reagiam como se houvesse uma luz mais forte, a uma velocidade que só poderia ser explicada por uma conexão direta entre as regiões no cérebro responsáveis pela audição e visão, disse Ye Wang, pesquisador da Universidade do Texas em Houston, nos EUA.
O estudo apresenta a primeira evidência de que uma célula sensorial pode processar uma sensação alternativa, disse o pesquisador principal Pascal Barone, da Université Paul Sabatier em Toulouse, na França.

Transmissão de emergência

A descoberta possivelmente explica as reações tremendamente rápidas da maioria dos animais, incluindo humanos, para estímulos que ativam múltiplos sentidos como o rugido do tigre ou um ônibus buzinando.
A visão é fraca especialmente nos cantos do campo visual e os ouvidos melhoram esta falha e estimulando o sistema visual, disse Pascal.
O benefício é, segundo Ye, a precisão parcial do sistema visual quando ainda é imaturo, algo que as regiões mais importantes do cérebro falsificam em favor de uma priorização de nossa observação central. Ao enviar sons diretamente ao nosso processador de imagens, o sistema auditivo pode evitar brincar de telefone com informações que dependem de alta velocidade.

Poder sensorial extra

A descoberta possivelmente não tem relação com a rara sinestesia, uma condição bizarra que poucas pessoas experimentam como ouvir e degustar cores e vive-versa. Neste caso as sensações mais complicadas se combinam em estágios posteriores do processamento cerebral. Só a menção de uma cor, uma letra ou uma forma pode automaticamente iniciar a percepção de certa nota.
O que mais estimula Pascal sobre as novas descobertas é a “plasticidade cortical” potencial nas áreas sensoriais.
Por exemplo, os cegos, por definição, não usam o sistema visual para ver. Mas eles podem, esta pesquisa sugere, usá-lo para ouvir. Isto pode explicar porque os cegos desenvolvem uma audição avançada e, de maneira similar, porque os surdos possuem visão superior, segundo Pascal.
O sistema visual primário também é diretamente ativado pelo tato, nos ajudando talvez a matar o mosquito antes que nos pique.
O estudo foi publicado na semana passada na revista científica BMC Neuroscience. [LiveScience, FOXNews]

Fonte: http://hypescience.com/ver-sons-ouvir-cores/

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Novo Tom lança novo site

olá! há muito tempo o site do novo tom não estava disponível, mas agora ele voltou!!!!
Tem muitas novidades lá! O site está completamente reformulado e com novo layout. Muito lindo mesmo!

Segue abaixo o e-mail mandando pela equipe de comunicação do grupo:



Caro amigo do TOM,

Enfim o novotom.com. br, voltou a oferecer antigos e novos recursos para os milhares de internautas do mundo todo, que procuram informações e serviços em nosso website.
Entre as principais novidades está o BLOG, que já está em ação, recebendo comentários para as mensagens postadas pelos integrantes do grupo.
Além disso, o site recebeu novos partituras para download, cartaz padrão de divulgação para igrejas ou eventos e uma integração inédita com os recursos do MySpace e Youtube.
Para quem ainda não teve contato com o novo CD Ao Vivo do Novo Tom, um player em flash traz a possibilidade de ouvir todas as faixas do novo produto na íntegra.

http://www.novotom. com.br – Acesse e divulgue!

1 abraço do TOM

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Encontro de Vivências Musicais 2008!!!!























Olá!!!!!

Já estão abertas as inscrições do Encontro de Vivências Musicais 2008!!!

Não perca tempo! Inscreva-se já!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Falta de professores para ensino de música coloca em xeque viabilidade da disciplina

25/07/2008 - 06h10
Mariana TramontinaEm São Paulo

É preciso apenas de um sinal positivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o ensino da música se torne obrigatório nas escolas de educação básica do país. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto atrai uma legião de defensores, mas ainda há pontos que colocam em xeque a viabilidade de implantação. Professores capacitados, infra-estrutura nas escolas públicas, material didático e plano de aula são alguns dos pontos questionados por especialistas da área.

O projeto prevê que as aulas deverão ser ministradas por profissionais com formação específica na área, mas para a professora Cristina Grossi, vice-presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Musical), a carreira não é atraente. "O salário é baixo para uma aula que é desgastante", afirma.Ela conta que os formandos em música têm, hoje, duas opções: seguir uma carreira de musicista ou dar aula em escola técnica ou conservatório. Este mesmo profissional que vai ministrar uma aula no ensino básico, segundo Grossi, deve ter em mente que a abordagem é diferenciada para cada público."Além de ter de entender o universo da educação básica, esse professor pode se deparar com problemas de droga ou de comportamento dos alunos. Os cursos têm que ensinar a lidar com essas dificuldades sociais também. Faz parte da pedagogia", defende.

Situação dramática

Dilvo Ristoff, diretor de Educação Básica Presencial da Capes (órgão que cuida também da formação de professores no país), apresentou recentemente um estudo sobre a dificuldade que as escolas terão para se adaptar à implantação de novas disciplinas obrigatórias, como sociologia e filosofia.Para ele, o ensino de artes como um todo é dramático no Brasil. "Temos 78.740 professores formados e, desses, só 16.678 estão atudando. Precisamos mais que o dobro para cobrir a demanda". Ristoff acredita que falta atratividade na carreira, como bom salário, um sistema de progressão da carreira, ambiente de trabalho agradável e seguro, além da valorização da profissão.O projeto estabelece um prazo de três anos para que as escolas se adaptem à nova regra. "É preciso de um tempo para a transição maior do que quatro anos, que é o tempo de uma graduação. Se essa lei entra em vigor agora, vai faltar professores e a primeira geração se forma só em 2013. E precisamos levar em conta a evasão dos estudantes durante o curso".

Plano de aula

A LDB (Lei de Diretrizes e Bases) da Educação Nacional dá autonomia para que as escolas decidam sua proposta pedagógica, mas para a professora de piano da Faculdade de Música da UnB (Universidade de Brasília) Beatriz Salles, o programa da aula de música deve ser discutido antes de colocar em prática."O tipo de música e de aula é que preocupam. Há grupos que propõem a volta do coral, mas nem todo mundo tem que fazer a mesma coisa", fala. Salles lista uma série de atividades que podem ser desenvolvidas com os alunos. "Você pode trabalhar com coral, perspectiva de audição, vocal, instrumento musical, percussão corporal e até produção de rádio dentro da escola".Segundo a professora, que acompanhou a tramitação do projeto no poder público, as escolas devem reservar um espaço para as aulas. "Pode ser um salão ou um auditório. E tem que estabelecer horário como todas as outras disciplinas porque é curricular. Aula de música é necessário, não é um luxo".

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/07/25/ult105u6743.jhtm

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O ensino musical em debate

O ensino musical em debate

Alteração em lei torna o ensino musical obrigatório nas escolas.
Ney Arruda
Especial para o Diário de Cuiabá.

Nestes dias em férias de julho, o ócio toma conta das horas. No aconchego do lar, a pedida é uma leitura. Isso mesmo: um livro sempre é uma grande companhia para esclarecer o ser humano. Com a alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei n.º 9.394/96)houve uma mudança para tornar o ensino da música obrigatório nas escolas brasileiras. Interessante que a temática, do ponto de vista acadêmico, há muito era objeto de pesquisa e debate. Assim, uma série de títulos está nas livrarias percorrendo o assunto. Hoje comento em especial a excelência da obra: “Musicalizando a escola: música, conhecimento e educação”. A autoria é do professor Carlos Eduardo de Souza Campos Granja que é matemático, educador musical e contrabaixista atuando na área do jazz. Trata-se de uma dissertação de mestrado em educação defendida perante a USP – Universidade de São Paulo. A obra com 06 capítulos e 158 páginas vem no ótimo formato de bolso para levar e ler onde se queira. A Editora ‘Escrituras’ (SP) aposta muito neste mercado, tanto que dedicou algumas publicações para o gênero em sua “Coleção Ensaios Transversais”. Como qualquer trabalho de investigação científica, o Prof. Campos Granja introduz a problemática do ensino musical vislumbrando o que poderia trazer de bom a estratégia pedagógica de musicalizar a escola. Evidente que o recorte teórico-epistemológico não poderia deixar de realizar uma abordagem histórica do tema. Assim, o olhar do mestre volta-se para a prática da música na Antiguidade. A pesquisa avança rumo ao explorar da idéia de ‘percepção’ humana. Como o indivíduo produz a cognição de sentidos da música através de seu próprio corpo. Carlos Eduardo, feita essas considerações, então busca refletir sobre a escuta musical. O que ouvimos e como ouvimos música na atualidade. É fato corrente nas universidades de que o segredo de um bom trabalho acadêmico é o professor orientador. Bem, mas se o pesquisador-orientado não tiver inspiração, de nada valerá um docente ‘Phd’ na orientação. Resulta que a pesquisa aqui enfocada foi feita com integral planejamento. Pois, a seguir Campos Granja propõe como harmonizar de forma transdisciplinar a valorização da música no ambiente escolar. O arremate pauta-se na alusão de projetos concretos. Exatamente, após um percurso teórico, o cientista demonstra as qualidades de sua investigação ao demonstrar algumas possíveis práticas pedagógicas envolvendo percussão corporal, dança e percepção musical. Nestes tempos em que focos de empreendedorismo privado coexistem no interior da iniciativa pública é preciso meditar sobre os caminhos da educação musical. Diz o mestre Campos Granja: “uma proposta de musicalizar a escola não pode se limitar apenas à inclusão da Música como disciplina escolar. Ela deve implicar um projeto de integração que ocorra não somente no nível de conteúdos, mas também no nível da construção do conhecimento. É fundamental que haja uma articulação entre os momentos de elaboração conceitual e as atividades de natureza perceptiva.” Desta forma, continuo conclamando as autoridades governamentais do Estado de Mato Grosso, bem ainda a sociedade civil organizada para a necessidade de materialização da Escola de Música Estadual! Irrefutáveis os benefícios vindouros de cidadania e cultura para o povo desta terra!

SERVIÇO:
O QUE É?
Livro: “Musicalizando a escola: música, conhecimento e educação”
AUTOR: Carlos Eduardo de Souza Campos Granja
ONDE: http://www.escrituras.com.br/

*Ney Arruda é professor universitário, doutorando pela Universidad de Burgos (Espanha), violinista cuiabano e colabora com o DC Ilustrado, (neyarruda@gmail.com)

FONTE: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=322146

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Câmara aprova obrigatoriedade da música no ensino básico

Para vigorar, projeto só depende da sanção do presidente Lula.Escolas terão três anos para se adaptar à nova regra.
Do G1, em São Paulo

As aulas de música só dependem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para se tornarem obrigatórias no ensino fundamental e médio. A Câmara dos deputados aprovou nesta quarta-feira (23) um projeto de lei que transformam a música em conteúdo obrigatório. Os conceitos musicais deverão ser ministrados dentro da disciplina de artes. A medida foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter terminativo, segundo informou a Agência Câmara. As escolas terão até três anos letivos para se adaptarem à nova regra, se o presidente Lula sancionar a medida. Pelo projeto, os professores deverão ter formação na área de música. A atual lei que regulamenta o ensino diz que o conteúdo de artes é obrigatório, mas não aponta nada sobre os diferentes tipos de arte possíveis, como pintura, gravura, música, teatro, entre outros. É com essa explicação que a autora da proposta, senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), justifica a medida: “a expressão 'ensino de arte' permite uma multiplicidade de interpretações, o que resulta na ausência do ensino de música nas escolas”. O relator do projeto na CCJ, deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), apresentou parecer pela aprovação. "O projeto está em consonância com os princípios constitucionais relativos à educação, à família, à criança e ao adolescente", disse.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL613777-5604,00-CAMARA+APROVA+OBRIGATORIEDADE+DA+MUSICA+NO+ENSINO+BASICO.html

terça-feira, 24 de junho de 2008

ORAÇÃO DO MÚSICO


Deus todo-poderoso, que nos destes a vida, os sons da natureza, o dom do ritmo, do compasso e da afinação das notas musicais, dái-nos a graça de conseguir técnica aprimoradaem nossos instrumentos a fim de que possamos exteriorizar nossos sentimentos através dos sons.


Permiti, Senhor, que os sons por nós emitidos sejam capazes de acalmar nossos irmãos pertubados, de curar doentes e de animar os deprimidos e sejam brilhantes como as estrelas e suaves como o veludo.

Permiti, Senhor, que todo ser que ouvir o som dos nossos instrumentos sinta-se bem e pressinta a vossa presença.

Amém!

Pálido Ponto Azul

Bem, isso não tem muito a ver com o propósito desse blog....mas achei tão interessante que acho que vale a pena postar aqui!

Foi apresentado na faculdade onde faço pós-graduação, um vídeo muito interessante sobre a o ser humano e seu tamanho em relação a este grande universo.
Esse vídeo me lembrou daquele texto de Eclesiastes onde o autor diz muito sabiamente que tudo é vaidade e aflição de espírito...me fez ver tb o quanto somos pequenos e egoístas a ponto de acharmos que somos donos deste mundo e que podemos fazer o que bem entendermos, nos esquecendo que existem aqui outros seres vivos que foram dados a nós, por Deus, para cuidarmos, e que sofrem com nossa desrespeito e desumanidade.
Mais uma vez, chego a conclusão que não somos nada diante da imensa criação de Deus. Que fomos criados para administrar e cuidar esse mundo utilizando a capacidade que Ele nos deu, mas o que fizemos foi disseminar guerras, ódio, fome, doenças, incompreesão, discórdias e muito mais.

O vídeo dura apenas 6 minutos. Vale a pena assistir e refletir.
Boa reflexão!

video

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Coral ajuda na luta contra mal de Parkinson, dizem especialistas


“Quem canta, seu mal de Parkinson espanta.” A frase, dita entre risos pelo presidente da Associação Brasil Parkinson (ABP), Samuel Grossmann, define bem a razão de ser do coral de pacientes com Parkinson e pioneiro no País: minimizar os efeitos da doença na voz e, de quebra, melhorar a auto-estima dos coristas.“O mal de Parkinson torna a voz cada vez mais trêmula, monótona e fraca”, explica Mara Behlau, fonoaudióloga do Centro de Estudos da Voz (CEV), em São Paulo. “O paciente transmite a impressão de estar mais doente do que realmente está.” A doença, incurável, afeta o sistema nervoso, prejudicando os movimentos. Causa tremores, rigidez muscular e desequilíbrio. Mara idealizou o coral há dez anos. Atuando na instituição desde que os trabalhos começaram, ela queria encontrar um bom exercício para acompanhar o serviço de fonoaudiologia gratuito que o CEV oferece aos parkinsonianos da associação. “O coral surgiu naturalmente.” Os ensaios são abertos e ocorrem no auditório da associação nas tardes de quinta-feira. Participam, em média, 40 pessoas todas as semanas. Cerca de 150 parkinsonianos já se beneficiaram com a iniciativa.A fonoaudióloga Rosyane Faukas assistiu um dia à apresentação do coral. Ficou emocionada. Ofereceu-se para ajudar e, desde então, anima os encontros com violão. “Eles gostam muito de seresta, mas também tocamos MPB.”Rosyane e Mara conduziram uma pesquisa científica sobre o efeito do coral na voz dos parkinsonianos. Participaram 12 homens e 17 mulheres que freqüentam os ensaios. As pesquisadoras gravaram exercícios vocais antes e depois dos encontros. Concluíram que houve melhora no “tempo de fonação” e “diminuição da instabilidade” da voz. “A participação no coral não cura de uma vez as deficiências na fala”, explica Mara. “Como o Parkinson é uma doença degenerativa, a melhora permanece enquanto o paciente exercita o canto.” Elas pretendem mostrar os resultados no 13º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/16/ coral_ajuda_na_luta_contra_mal_de_parkinson_dizem_especialistas_1363570.html

sábado, 21 de junho de 2008

Os benefícios do canto


Viena, 31 de Março de 2008 -

Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes. Até pouco tempo, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque não sabem, pois assim as privam de sua capacidade de personificação e o acesso à experiência do som."Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano", afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca Medizin Populär."Cantar é a respiração estruturada", afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração. Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje, como transtornos do sono, doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueiam e paralisam ou acumulam agressividade. Por meio da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial. Lembrando o ditado "quem canta, seus males espanta", não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente de quem está triste.

FONTE: YAHOO NOTICIAS - FONTE - (Gazeta Mercantil - EFE)

As regras de ouro da boa voz do cantor

  1. Nunca cante quando não estiver em boas condições de saúde.

  2. Use roupas confortáveis, não apertadas, principalmente na garganta, no peito, na cintura e no abdômen

  3. Mantenha-se sempre hidratado, bebendo, pelo menos, dois litros de água por dia.

  4. Aqueça e desaqueça a voz antes e depois das apresentações, respectivamente. Um cantor que fala do mesmo jeito que canta submete seu aparelho vocal a um desgaste muito maior.

  5. Ensaie o suficiente para ficar seguro quanto ao texto, melodia e controle de voz; assim fazendo, você vai reduzir a interferência de aspectos emocionais negativos, como o medo e ansiedade ante o público. Não ensaie por mais de uma hora sem descanso.

  6. Monitore sua voz durante os ensaios e apresentações: aprenda a ouvir sua qualidade vocal e a reconhecer as características básicas de sua boa emissão. Aprenda a reconhecer suas sensações de esforço vocal e tensões desnecessárias, a fim de evitá-las.

  7. Lembre-se de que um certo nervosismo mobiliza positivamente a energia para uma apresentação mais rica e envolvente; a adrenalina é positiva e confere emoção ao canto. Além disso, o público espera o sucesso do cantor, confie nesta química!

  8. Evite festas ruidosas, lugares enfumaçados e barulhentos, tanto antes como depois das apresentações.

  9. Mantenha uma dieta balanceada, pois o canto é uma função especial e requer grande aporte energético.

  10. Nunca se auto-medique; não tome remédios sugeridos por leigos, nem chás e infusões de efeito desconhecido. Também não repita receitas médicas utilizadas numa certa ocasião, mesmo que tenham dado resultado positivo. Procure ajuda especializada quando necessário.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Aprendizagem Musical

Há duas semanas encontrei algo muito interessante sobre Aprendizagem Musical.
É um livro chamado "Teoria de Aprendizagem Musical para Recém Nascidos e Crianças em Idade Pré-Escolar" de Edwin E. Gordon. Um dos temas privilegiados por este investigador é, justamente, o desenvolvimento musical de recém-nascidos e crianças em idade pré-escolar, que tem colhido uma enorme receptividade e trazido grande inovação ao panorama da nossa educação musical.

Um assunto muito interessante!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Cuidado com os Ouvidos

Fonte: http://www.gospelmusiccafe.com.br/cafe_audio.aspx?cod_audio=30

Gostaria de comentar hoje, algo que tenho observado em muitas igrejas e eventosque tenho visitado. Sei que é um tema polêmico e que pode se até muito subjetivo, trata-se do volume alto que é imposto aos frequentadores dos cultos, encontros, ou musicais.Infelizmente instituiu-se a inverdade que diz que som alto é sinonimo de som bom, e ai temos um problema de saúde pública, pois esses ouvintes são vítimas indefesas de algo muito prejudicial à sua saúde, pois já constatei encontros musicais onde o nível de áudio girava em torno de 100 decibéis. Segundo dados da Associação Brasileira deOtorrinolaringologia , o ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe apossibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando a perdaauditiva. O otorrinolaringologista Luiz Carlos Alves de Sousa, afirma que um indivíduonão pode permanecer em um ambiente com atividade sonora de 85 decibéis de intensida-de por mais de 8 horas. Esse tempo cai para 4 horas em lugares com 90 decibéis; 2 horasem locais com 95 decibéis e 1 hora onde a intensidade chega a 100 decibéis.Dependendo do período de exposição, sons de intensidades superiores a 85 decibéis podem causar “distúrbio de dupla perversidade, pois ao mesmo tempo em quecompromete nossa capacidade auditiva para sons ambientais, pode causar ainda umsintoma contínuo e muito incômodo: o zumbido.A lesão por ruído geralmente fere células do ouvido responsáveis pelas freqüências agudas. “E é justamente nestas freqüências que estão concentrados os principais fonemas para o entendimento das palavras. Quando isto ocorre, o paciente deve procurar um otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico médico”.Muitos operadores de som, seja por ignorãncia ou por imposição dos dirigentes, eeu já presenciei isso, trabalham com níveis excessivos de som, com o pretexto de que umnúmero maior de pessoas precisam ouvir a mensagem. A falta de preparo leva esses ope-radores a utilizarem a potência máxima dos sistemas tentando obter maior inteligibilidade e em nossos dias onde as potências em conjunto com ótimos alto-falantes, proporcionam facilmente altos níveis de pressão sonora.Desde o início a nossa intenção aqui foi, mesmo que de uma forma bem básica dar dicas a esses operadores de como obter o melhor som de seus sistemas, mesmo que eles sejam dos mais simples. E este nosso alerta de hoje vem de encontro a uma preocupação que tenho exatamente neste sentido, qualidade de áudio, significa fazer com que a voz chegue aos ouvintes o mais claro possível, e que os instrumentos também, além disso possam ser reproduzidos com beleza e naturalidade sem agredir os ouvidos nem ficar acima do nível vocal.Lembrem-se nossos ouvidos são nossas melhores ferramentas, use o bom senso, ouça bem os timbres antes de amplificá-los e tente reproduzí-los da maneira mais naturalpossível e como última dica, quanto menos agressão aos ouvidos, mais tempo a pessoavai poder ficar ouvindo.

Samuel Mattos

dez/2007

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Primeiro curso de música a distância será ministrado em cinco estados

Curso de música a distância em 11 cidades
FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10369

Ensinar música sem as tradicionais aulas individuais de instrumento é a proposta do primeiro curso a distância de licenciatura em música, oferecido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Por meio da internet e de outros recursos pedagógicos, 723 professores da rede pública serão beneficiados em 11 municípios.
A aula inaugural será ministrada nesta terça-feira, 22, às 10h, em Porto Alegre, com a presença do secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky. “Trata-se de um curso de graduação que dispõe de objetos virtuais de aprendizagem próprios, desenvolvidos por professores-pesquisadores e estudantes das universidades parceiras”, explicou o secretário. Será celebrado também o centenário do Instituto de Artes da UFRGS.
Os municípios abrangidos são os de Cachoeirinha (RS); Canoinhas, Itaiópolis e São Bento do Sul (SC); Linhares (ES); Porto Velho e Ariquemes (RO); Salvador, Cristópolis, Irecê e São Félix (BA).
O curso de licenciatura em música integra o Pró-Licenciatura, programa do governo federal que visa à formação inicial de professores que atuam nas séries finais do ensino público fundamental ou médio e que não têm habilitação legal para o exercício. Sob coordenação a UFRGS, o programa é resultado de uma parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fundação Federal de Rondônia (Unir), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Mais informações nas páginas eletrônicas do curso (ainda em construção) e do Centro de Artes da UFRGS.

Renata Chamarelli

Oficinas de arte reduzem risco social

Escolas de Minas dão exemplo de cidadania a estudantes e comunidade
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10407

Quanto cobraria um psicólogo que ensinasse às crianças valores como respeito ao próximo, valorização de sua identidade e que de sobra as fizesse conviver com pessoas de todas as idades, etnias e classes sociais? Em Contagem (MG), a 21 quilômetros de Belo Horizonte, o custo de tal conhecimento é zero. O benefício, entretanto, vem por meio de aulas de dança, canto, teatro, percussão e reciclagem. Aliás, todos os utensílios utilizados para confecção de tambores, chocalhos e para as fantasias usadas no teatro são de material reciclado.
O projeto Educação pelo Tambor partiu de uma iniciativa simples. Manter as escolas de Contagem abertas durante o fim de semana foi o começo de uma ação que livrou crianças e adolescentes do município de uma situação de risco social. “Não apenas as que vieram da periferia da cidade, mas muitas de classe média também apresentavam desvios, como o preconceito”, explicou a coordenadora do programa, Ana Maria Macedo.
Ao todo, 20 especialistas trabalham em 10 escolas e na sede do projeto. Não só crianças e adolescentes, como também outros membros das comunidades participam. “Com a convivência de pessoas de idades diferentes, o nosso ganho é ainda maior”, explicou Ana Maria. A participação é voluntária e as oficinas são realizadas aos sábados pela manhã, de 8 horas até meio-dia.
Cerca de 800 pessoas são diretamente atingidas pela iniciativa. A prefeitura da cidade é quem paga os “oficineiros”, escolhidos por concurso público. “Foi a maneira que encontramos de ter os profissionais mais qualificados”, explicou a coordenadora. São professores de percussão, canto, reciclagem, pedagogos, entre outros. Os pais acompanham o desenvolvimento de seus filhos e vão às apresentações de música, teatro e canto, feitas em datas especiais como o dia das mães, por exemplo.
Lucros – Mas o projeto Educação pelo Tambor foi ainda mais longe. A sede do projeto, onde as apresentações festivas são realizadas, tornou-se um ponto de encontro, reunindo pessoas de várias partes da cidade e estabelecendo entre elas um saudável intercâmbio, com trocas de relatos e histórias. Isso fez com que moradores que não gostavam de Contagem criassem uma nova identidade com a cidade. “Tínhamos Belo Horizonte como parâmetro”, lembra a coordenadora do programa. “Aos poucos, a cidade foi se tornando diferente, aos olhos dos próprios moradores.”
O Educação pelo Tambor faz parte do programa Escola Aberta, desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) e conta com apoio da prefeitura municipal de Contagem e da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Ana Guimarães

Ensino de música nas escolas tem apoio do MEC

Artistas pedem apoio para educação musical
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10269

A educação musical poderá fazer parte da vida escolar de todas as crianças matriculadas nas escolas públicas de educação básica. Um grupo de artistas pediu nesta terça-feira, 8, o apoio do ministro da Educação, Fernando Haddad, para aprovar no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 2.732/08, que prevê a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas públicas.
“Vamos nos manifestar favoravelmente ao projeto”, disse o ministro. De autoria da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), o projeto foi aprovado no Senado Federal e agora tramita na Câmara dos Deputados. Atualmente, é analisado pela Comissão de Educação e Cultura da Casa. O encontro com o ministro foi uma solicitação do presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Cristovam Buarque (PDT/DF). Estiveram presentes ainda o senador Romeu Tuma (PTB/SP) e a senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN).
A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB ― nº 9.394/96), que já determina o aprendizado de arte nos ensinos fundamental e médio, mas sem especificar o conteúdo. Pelo projeto, o ensino musical deveria ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo do ensino de arte no currículo regular da educação básica. Ou seja, deveria fazer parte do ensino de arte.
Os artistas presentes usaram a música para sensibilizar o ministro sobre a importância do projeto e enfatizaram a relevância da educação musical para despertar a criatividade e expressividade dos alunos. “Na mudança do presente, a gente muda o futuro”, recitou o cantor Gabriel Pensador. Juntos, ele, Daniela Mercury, Francis Hime, Olívia Hime e Roberto Frejat cantaram Vai Passar, composição de Chico Buarque, em alusão ao desejo de que o projeto passe no Congresso.
Em contrapartida ao apoio para que o projeto se torne lei, o ministro pediu aos cantores que ajudem a traçar ações que efetivamente permitam às escolas oferecer ensino musical. Haddad também esclareceu que o ministério apenas traça diretrizes às escolas de educação básica, cuja competência fica a cargo de estados e municípios.
O ministro também lembrou que além da dissociação com a cultura, a educação também se separou de outras áreas como o esporte e a saúde, especialmente na época da ditadura militar. “Antes, equipes de saúde visitavam escolas regularmente”, disse. Para o ministro, é preciso recuperar a unidade entre essas diversas áreas e “fazer da escola um centro em torno do qual toda a comunidade gravita”, destacou.

Maria Clara Machado

quinta-feira, 24 de abril de 2008

E aí, tá ficando surdo????



Identifique quando o barulho passou do limite e preserve sua audição

Dificuldade de concentração, sono e memória são alguns efeitos do ruído em excesso

O fone é companheiro fiel das suas orelhas (transmitindo suas músicas favoritas ou a conversa do celular). Nos finais de semana, o som rola no maior volume em casa ou nas festas. Isso sem falar na britadeira que resolveu trabalhar bem na porta do seu escritório, das buzinadas no trânsito... sentiu o drama? Nossos ouvidos são sensíveis e acabam expostos a muitas agressões no dia-a-dia , reconhece a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, chefe do Grupo de Pesquisa em Zumbido pelo Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Os efeitos nocivos de tanto barulho são extensos, e não se restringem apenas à perda de audição como muita gente pode pensar. Dor de cabeça, perda de memória, dificuldades de concentração e de dormir são queixas comuns entre as pessoas que passam muito tempo sob ruídos em exagero , afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, do Centro Auditivo Telex.
O barulho provoca muita agitação, levando ao aumento na produção dos hormônios do estresse. Despejadas de maneira constante no organismo, essas substâncias acabam causando a exaustão e uma sensação permanente de esgotamento físico.Mas não ache que tudo isso surge de uma hora para outra. Os sinais aparecem de forma progressiva, conforme você ignora os sinais que seu corpo dá, avisando que os ruídos passaram do limite. E eles são muitos! Se sentir perturbado com os sons, ainda no ambiente barulhento, é o primeiro alerta. Continuar incomodado, mesmo após se afastar dos ruídos, é outra dica que o corpo dá, apontando que houve exagero. Os zumbidos, constantes ou com interrupções, a sensação de que há alguém apitando bem na sua orelha ou a percepção de que o canal auditivo está tapado também servem como indicadores.E há ainda como perceber a perda de audição em outras pessoas. Se algum conhecido começa a falar mais alto do que de costume, avise. Quem escuta bem não precisa gritar para ouvir a si mesmo , afirma a otorrino do Hospital das Clínicas. Os danos, na maioria dos casos, são definitivos. Isso porque as células auditivas são lesionadas. No nosso sistema auditivo, existem milhares de células com cílios, que realizam a transformação dos sons em energia elétrica (que é a linguagem entendida pelo cérebro). Os ruídos de alto impacto, de curta ou longa duração (um rojão ou uma música no fone, por exemplo), podem danificar os cílios e o metabolismo dessas células , explica a médica.
Os estímulos prejudiciais são tantos que, atualmente, cerca de 10% da população mundial é obrigada a enfrentar a perda da audição. Além de evitar o uso do fone e outros agentes que provocam o início da surdez, você pode se prevenir contra problemas futuros usando protetores auriculares sempre que for passar em algum lugar muito barulhento.

Não importa se a exposição aos ruídos vai durar uma hora ou cinco minutos. Cada pessoa tem uma sensibilidade auditiva diferente e, por isso, é imprevisível saber quando algum sintoma vai aparecer , diz Tanit Ganz Sanchez.Quem suspeita de alguma lesão mais séria, deve procurar imediatamente um otorrino. O especialista vai solicitar um teste chamado audiometria, que mede sua capacidade de audição. O diagnóstico vai apontar se há necessidade de algum aparelho para compensar o desgaste das células ou se há, apenas, uma lesão temporária.


Sentido aguçado!

Existem várias maneiras de identificar que alguma coisa está errada com seu aparelho auditivo. Mas, entre todas as pistas, quatro delas se destacam (e são bem simples de perceber).

Procure imediatamente especialista se você...

1. fala mais alto do que as pessoas ao seu redor (na dúvida, pergunte a alguém);

2. pede, com freqüência, para as pessoas repetirem o que acabaram de dizer;

3. tem dificuldade para entender conversas em ambientes com vários sons (como uma reunião ou um almoço num restaurante);

4. escuta zumbidos, habitualmente, num ouvido ou nos dois.


terça-feira, 22 de abril de 2008

GRUPO RUACH




Uma das minhas atuações musicais é ser diretora musical do GRUPO RUACH.


Ainda não falei nada sobre esse grupo aqui no blog.....mas logo, logo, publicarei o que tenho aprendido nesse grupo.




Por hora vou falar do nosso 5º ano! Na semana que passou, 14 de abril de 2008, segunda-feira, nós completamos 5 anos de existência!!!


No domingo nós cantamos em nossa igreja, Igreja Batista dos Mares, agradecendo a Deus por nos sustentar durante esse tempo, e nos abençoar em cada local (igrejas, congregações, casas de irmãos) em que estivemos.



O nosso site é o http://www.gruporuach.multiply.com/ e lá tem as fotos da nossa confraternização e do culto em que cantamos.


Um vídeo foi gravado quando cantávamos "Grande é o Senhor", do compositor Michael W. Smith, que está no site e também nesse link no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=ghaRaLFzurI.






quarta-feira, 2 de abril de 2008

Novidade em Educação Musical

A Famettig abriu um curso de extensão chamado "Educação Musical", ministrado pela professora Carmem Mettig.

EDUCAÇÃO MUSICAL

PERÍODO – 10 de abril a 09 de junho/2008
DIA DA SEMANA – 5ª. feira
HORÁRIO – 08:00 às 11:45hs
LOCAL – Auditório do Instituto de Educação
Musical (I.E.M.)

OBJETIVOS:
- Sensibilizar o educador da importância da Música na
Escola.
- Apresentar os princípios pedagógicos e as demais
etapas do trabalho.
- Propiciar aos professores uma vivência musical que
possibilite o desenvolvimento de atividades musicais
em sala de aula.
-Despertar e trabalhar a criatividade do professor.
-Orientar na seleção de material didático.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- O ouvido musical.Exercícios para o desenvolvimento
da audição.
- O ritmo como impulsionador da energia vital.
Exercícios de precisão rítmica, coordenação e
independência rítmica motora.
- O sentido do tempo.
As modalidades rítmicas dentro da canção ( tempo-
dobro – divisão – subdivisão).
Textos e parlendas para exercitar o ritmo.
- A melodia. Trabalhar um repertório de canções voltado
para o mundo infantil
- O movimento corporal (andar, correr, saltar, balançar).
Jogos e exercícios utilizando o movimento corporal.
Pequenas coreografias.
- Trabalhar a voz e a respiração da criança através de
exercícios apropriados.
- Trabalhar a instrumentação percussiva (bandinha).

DOCENTE:
Profa. Carmen Mettig Rocha
Professora de Educação Musical. Diretora do Instituto de
Educação Musical (I.E.M.)

PÚBLICO ALVO:
Professores de classes de Educação Infantil, Classes Iniciais
do Ensino Fundamental , Alunos do Curso de Pedagogia,
demais interessados.

VAGAS LIMITADAS Investimento: R$ 98,00 -

Documentação Exigida (original e fotocópia):
01 foto 3x4
CPF
RG
Comprovante de Residência
Diploma de Graduação (para curso de Pós-Graduação)
Comprovante de conclusão do 2º Grau/ Nível Médio (para curso de Extensão)
Dia e Horário de MatrículaSegunda a Sexta das 16:00 às 20:00 hSábado 08:00 às 12:00 h

segunda-feira, 31 de março de 2008

Atenção: Pós-Graduação em Musicoterapia

As Faculdades Integradas Olga Mettig juntamente com IEM - Instituto de Educação Musical cria um novo curso PÓS-GRADUAÇÃO EM MUSICOTERAPIA

Consultora Pedagógica: Profa. Mariana Caribé
[Musicoterapeuta – Educadora Musical – Mestre-SSA].

Público Alvo: Graduados na área de musica [Instrumentistas, cantores, regentes, educadores musicais], musicoterapeutas e pedagogos com formação musical.}

Período do Curso: Aulas quinzenais [sextas, das 18h às 22h, e sábados, das 8h às 12h

Duração do Curso: Maio de 2008 a Junho de 2010

Informações: IEM [71] 3326-1239 [pela tarde]
E-mail: iem@musicaiem.com.br
Famettig [71] 2108-1500

Vagas Limitadas!

Mais informações: http://www.famettig.br/pos/cursos.asp?produto=213

quinta-feira, 27 de março de 2008

Adolescentes não ouvem alertas sobre riscos dos players de MP3

Fonte:http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/080327/tecnologia/internet_tech_mptres_pol


Qui, 27 Mar, 12h08
Por Amy Norton

NOVA YORK (Reuters) - Os adolescentes parecem saber que música em alto volume pode prejudicar sua audição, mas a maior parte deles não vê motivo para baixar o volume em seus iPods, sugere um pequeno estudo.
Em discussões com grupos de estudantes de duas escolas na Holanda, pesquisadores constataram que os adolescentes estão em geral cientes de que ouvir um player de MP3 em volume elevado demais pode prejudicar sua audição. Mas a maioria deles afirmou ainda assim que ouve seus aparelhos em volume máximo, e que não tem planos de mudar de prática.
Como muitos estudos que envolvem adolescentes, os participantes deste negaram o risco pessoal que sofrem. A maioria está informada sobre os riscos da música alta, em termos gerais, mas acredita ter "baixa vulnerabilidade pessoal" a perdas de audição, reportaram os pesquisadores no Journal of Pediatrics.
Isso posto, declarou Ineke Vogel, a cientista responsável pela pesquisa em entrevista por e-mail com a Reuters Health, "recomendamos vigorosamente aos país que discutam com seus filhos o uso de players de MP3 e as potenciais conseqüências de longo prazo, e irreversíveis, em termos de capacidade auditiva."
Os pais também podem procurar por sinais de problemas, como queixas de seus filhos quanto a um zumbido nos ouvidos ou quanto a sons "amortecidos", de acordo com Vogel e o co-diretor da pesquisa, Hein Raat, os dois do University Medical Center Rotterdam.
Com base nas discussões em grupo, porém, parece provável que poucos pais estejam cientes dos riscos que os players de MP3 representam para a audição, apontam os pesquisadores.
Dos 73 estudantes envolvidos no estudo, poucos disseram que seus país os haviam alertado de que tocar música alta demais nos aparelhos poderia danificar sua audição.
Também pode ser que os fabricantes de aparelhos de MP3 tenham de realizar mudanças, disseram os pesquisadores em seu relatório.
Muitos dos participantes do estudo disseram não saber como definir o que é um volume alto demais. Volumes de 90 decibéis ou mais podem causar riscos, mas a audição só se torna dolorosa ou desconfortável com volumes de entre 120 e 140 decibéis

Vivências musicais 2008- Salvador/ BA

JÁ SAIU NO SITE DA APEMBA E DO IEM!!!! O CURSO OCORRERÁ EM SETEMBRO, NOS DIAS 22 A 26 DE SETEMBRO.

Em breve todas as noticias serão encontradas no site da APEMBA - www.apemba.com.br

Ensino de música pode voltar às escolas

Fonte:http://dadoeditorial.com.br/revista/musicaemercado/noticias.asp?id=869

Por. Música & Mercado
Publicado em: 07/02/2008
O primeiro passo já foi dado, com a aprovação, por unanimidade, do Projeto de Lei 330/2006, de autoria da senadora Roseana Sarney e relatoria da senadora Marisa Serrano, em 4 de dezembro passado, que retoma a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas públicas do ensino fundamental no Brasil. Em caráter terminativo, a votação foi realizada no plenário da Comissão de Educação da Casa. A próxima etapa é o envio deste PL à Câmara dos Deputados, o que deve ocorrer em fevereiro deste ano, quando tramitará pelas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Educação. Das comissões, será relatado um parecer favorável ou não à aprovação. A última fase será o envio do projeto para a sanção do presidente Lula, que solicitará o parecer do Ministério da Educação e Cultura (MEC) que, por sua vez, utilizará o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) como base.Mas, para que o projeto ganhe apelo no Legislativo, é preciso um movimento conjunto. “A aprovação vai depender muito da nossa capacidade de interlocução com os congressistas, pressão e mobilização”, afirma Felipe Radicetti, coordenador do Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), que reúne músicos, sindicatos da categoria e entidades para funcionar como um canal de comunicação junto aos representantes políticos e galgar um espaço no legislativo para conseguir a aprovação do projeto. “A vitória conquistada no Senado fortalece a tese, que ganha expressão política nacional”, completa. Fruto da iniciativa do grupo, também está em circulação, há alguns meses, o “Manifesto pela implantação do ensino de música nas escolas”. O material já foi levado ao Senado e ao Ministério Público, contendo aproximadamente mil assinaturas. O objetivo principal é conduzir à apresentação da questão com a máxima urgência, de acordo com o secretário da Comissão de Educação do Senado, Júlio Linhares. Atualmente, o GAP conta com o apoio de 80 entidades e organizações do segmento, entre elas a revista Música & Mercado, que conversou com Radicetti na entrevista que você confere a seguir.» Quando e como surgiu o Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música?Foi por meio de uma convocação do Núcleo Independente de Músicos (NIM), criado por mim, Cristina Saraiva, Ivan Lins, Francis Hime, Fernanda Abreu, Alexandre Negreiros e Dalmo Mota. Em uma reunião na casa do Francis, foram convidadas as entidades que, junto com o NIM, constituem o grupo, como o Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, a Rede Social da Música, o Fórum Permanente Paulista de Músicos, a Associação Brasileira de Música Independente, além da presença dos deputados José Eduardo Cardozo (PT/SP), Gustavo Fruet (PSDB/PR), Antonio Carlos Biscaya (PT/RJ) e do assessor representante do deputado Fernando Gabeira. » Como o grupo se organiza para desenvolver esses trabalhos?Não recebemos recursos de outras entidades, e os gastos são compartilhados entre os membros. Por isso, é necessária uma organização extrema das ações, visando conciliar os parcos recursos com as nossas necessidades.» Como a cadeia produtiva de instrumentos musicais pode colaborar? O setor da indústria, em muitos paí-ses desenvolvidos, é um parceiro natural dos músicos. No Brasil deveria ser também. Esta campanha criou a oportunidade de aproximar mais os músicos da indústria para parcerias em ações políticas. Prova disso foi a presença, na sessão de votação, de cinco representantes do setor, incluindo Anselmo Rampazzo, presidente da Anafim. As entidades da indústria são signatárias do manifesto da volta da educação musical às escolas e acredito que, em breve, teremos estabelecido um canal permanente de comunicação para apoio mútuo nas questões do setor musical. » Qual é o seu papel no grupo? Sou coordenador de alguns projetos, como o da volta da educação musical às escolas e o projeto de lei que pretende rever as alíquotas de importação dos instrumentos musicais, peças e acessórios. Outros coordenadores do grupo cuidam de outras ações, sempre ligadas à música. » No manifesto elaborado pelo GAP, há um item que propõe a realização de concursos públicos para professores de música. Exatamente. Já há concursos públicos em andamento, em muitos pontos do País, todos sofrendo da interpretação da LDB-EN (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), cuja redação é ambígua. Os concursos convocam educadores de artes em geral sem formação específica, criando um desajuste inconciliável com a formação de especialistas, conforme as universidades vêm formando há anos. Já ocorreram inúmeros casos de impugnação de tais concursos com base nesta tese. O que este Projeto de Lei pretende é justamente impedir a interpretação da Lei, com redação clara. Vamos frisar aqui que lei que permite interpretação é lei morta. » Como seria esse novo ensino musical? Para esta campanha, constituí um grupo de trabalho convidando as mais representativas entidades do setor para diagnosticarmos o gargalo que impedia a volta da música ao currículo obrigatório do ensino nas escolas. Mesmo essas instituições ainda não alcançaram o consenso sobre a matéria. Será necessário desenhar como será a educação musical no ensino formal. Quero fomentar essa discussão em toda a sociedade civil, com campanhas publicitárias, em que as instituições dos setores da música e da educação promovam seminários para que o tema possa ser discutido democraticamente. O Brasil já dispõe de uma bagagem impressionante de novas experiências em educação musical. Quem vem cumprindo esse papel hoje é o terceiro setor, ocupando um espaço que deveria ser do Estado. As ONGs que trabalham com música, em projetos de inclusão social, nos últimos anos, mesmo com falta de recursos ou até o trabalho em áreas de risco social, desenvolveram novas pedagogias que têm sido foco de estudos científicos e de interesse de entidades internacionais, como a International Society for Music Education.» Qual é a previsão de que o projeto de lei vá para a votação na Câmara?Após a aprovação na Comissão de Educação do Senado, no início de 2008, o PL será enviado à Câmara dos Deputados, onde tramitará em duas comissões: na CCJ e, em seguida, na Comissão de Educação da Câmara. Não há previsão, mas trabalharemos para que a tramitação seja a mais breve possível. » Como será regulamentado o projeto? Já se sabe qual será a punição para quem descumpri-lo?Não há como prever o encaminhamento das matérias. Mas certamente estaremos atentos e participativos no sentido de que os processos sejam discutidos o mais intensamente possível com a sociedade e com o setor. » Como você prevê a captação de verbas para compra de materiais?A questão é que a verba para a educação encontra-se contingenciada no Brasil. Será necessária a realocação de verbas para educação, que atualmente encontra-se abaixo do necessário e do desejado. » O GAP promove eventos como o seminário “Música Brasileira em Debate”, além de audiências sobre fomento musical. Quais são os resultados dessas ações?O seminário foi realizado em abril de 2006, e a primeira audiência pública de fomento, que deu origem ao PL que trata da revisão das taxas de importação de instrumentos musicais, foi em julho. A parceria da Comissão de Educação do Senado com o GAP resulta em audiências públicas e projetos de lei que têm sido discutidos por especialistas, artistas e representantes de outros elos da cadeia produtiva de forma transparente, em um processo político ágil e produtivo. A aprovação do PL 330/06 é a culminância de um primeiro projeto em comum, completado no prazo de apenas um ano. Por meio de uma interlocução com o legislativo, este grupo de músicos vem atuando para mudar as condições da música no Brasil. Tomara que possamos alcançar mais vitórias em breve. Há muito ainda para ser feito.

Veja também:Ouça entrevista na rádio CBN
Saiba mais em www.queroeducacaomusicalnaescola.comAssine o abaixo-assinado:
Para conhecer o texto do Projeto de Lei 330/2006

domingo, 16 de março de 2008

Especialistas garantem que 'Quem canta, seus males espanta'


Especialistas garantem que 'Quem canta, seus males espanta'
Dom, 16 Mar, 10h09
Cristina Gawlas Viena, 16 mar (EFE).


Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes.Até pouco tempo atrás, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.
A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque "não sabem", pois assim as privam de sua capacidade de "personificação" e o acesso à experiência do som.
"Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano", afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca "Medizin Populär".
"Cantar é a respiração estruturada", afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração.
Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.
Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.
Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje em dia, como os transtornos do sono, as doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.
As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueam e paralizam ou acumulam agressividade.
Através da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.
Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial.
Lembrando o ditado "quem canta, seus males espanta", não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.
O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente daquele que se encontra triste.
Na prática, observou-se que pacientes com Mal de Alzheimer, graças a uma música conhecida, recuperaram algumas lembranças, e pessoas que sofreram apoplexia conseguiram voltar a falar através do canto, segundo a especialista. EFE


quinta-feira, 6 de março de 2008

Cérebro aprende a "tocar piano" em poucos minutos, diz estudo


Cérebro aprende a "tocar piano" em poucos minutos, diz estudo
15/10/2003 - 17h02

Cientistas do Instituto de Fisiologia da Música e da Medicina dos Músicos, em Hanover (Alemanha) tiraram o argumento de professores de música que dizem ser necessários anos de treino para executar músicas no piano sem olhar para as mãos. Segundo eles, isso acontece em poucos minutos de prática.O estudo, publicado esta semana na revista "BMC Neuroscience", mostrou que um mapa cerebral ligando os movimentos da mão e determinados sons é formado rapidamente. Tocar um teclado imaginário, por exemplo, estimula áreas do córtex ligados à audição e, em contrapartida, ouvir música estimula áreas do córtex ligadas aos movimentos. Quando um pianista ouve música, portanto, é normal que ele mexa os dedos involuntariamente.TreinamentoPara descobrir com que rapidez essas conexões se formavam, os cientistas aplicaram a estudantes de piano iniciantes dez sessões de treinamento de 20 minutos cada uma durante cinco semanas. Nas sessões, os estudantes tinham de tocar uma sequência de acordes em um piano digital sem poder observar as teclas ou as próprias mãos. Os nomes dos acordes também não podiam ser ouvidos, o que assegurou, segundo os cientistas, que o treinamento incluiria apenas habilidades motoras e de audição.Os estudantes foram divididos em dois grupos. O primeiro tinha teclas com os sons corretamente relacionados a elas, enquanto os sons das teclas dos pianos do segundo grupo eram trocados a cada treinamento a fim de que não se formasse um mapa cerebral nesses estudantes.Antes e depois de cada sessão de treinamento, os estudantes tinham de ouvir trechos de música e apertar arbitrariamente as teclas de um teclado que não produzia sons. Nesses testes, por meio de eletroencefalografia, os cérebros dos estudantes eram monitorados.No grupo com as teclas corretas, ouvir música estimulava a parte do córtex responsável pelos movimentos das mãos, enquanto naquele que não tinha um teclado correto essa área não era afetada.

quarta-feira, 5 de março de 2008

É proibido pensar!!!

Nas minhas minhas viagens pela net encontrei um artigo muito interessante sobre o novo trabalho de João Alexandre. Se quiserem saber o que é, é só ler o artigo abaixo, que encontrei no link: http://www.radiocriciuma.com.br/portal/mostraconteudo.php?id_colunista=3&id_conteudo=1337


Um dos vários vídeos dessa música no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=oiZdEYwZNvo

Colunistas > Marcos Paulo Bin > É proibido pensar
Universo Musical
03/03/2008

É proibido pensar

Acho que já tive a oportunidade de dizer em meu blog que não tenho acompanhado a música gospel com afinco. Da minha parte, faltam tempo e interesse; do gênero musical, novidades atraentes. Como diria a música dos Paralamas, quase sempre são variações do mesmo tema sem sair do tom. Além disso, a postura de muitos artistas evangélicos é no mínimo frustrante para quem conhece o meio. Não gostam de ser chamados de artistas – preferem o termo bíblico “levitas” – mas agem com mais orgulho e vaidade que um rock star internacional. Some-se a tudo isso os diversos escândalos envolvendo cantores e pastores e o desânimo está mais que justificado. Bem, mas este post não é para falar mal da música gospel, muito pelo contrário. Quero destacar algo que vi e achei tão interessante a ponto de gastar um tempinho para falar disso e compartilhar o que penso com todos os meus 2 leitores. Uma brevíssima introdução sobre o assunto deste texto, o cantor e compositor João Alexandre. Paulista de Campinas, ele é um dos (poucos) poetas da música gospel, autor de letras inspiradas e melodias elaboradas que flertam com samba, bossa nova e jazz. Foi um dos criadores da chamada linha “MPB gospel”. Conheci o mais recente CD de João Alexandre, É Proibido Pensar, graças a um artigo que Elvis Tavares publicou no site da Efrata Music. O que me chamou a atenção foi o clipe da música, à disposição no Orkut. E não foi só a mim, como comprova uma rápida investigação na internet. Na verdade, o polêmico vídeo, criado pelo blogueiro carioca Tito Von Brauner, é só o cartório. As imagens são como retratos dos bois cujos nomes foram dados pelo próprio João Alexandre na letra de É Proibido Pensar, título inspirado, obviamente, na canção de Roberto e Erasmo. De forma mais ou menos velada, no esquema “para quem sabe ler, um pingo é letra”, João Alexandre critica várias denominações evangélicas, ao falar do comércio e da teoria da prosperidade que tomou conta de muitas igrejas. A música gospel é atacada em seus modismos e mesmices: os “profetas apaixonados(...) distantes do trono”, o uso de instrumentos orientais, como o shofar (o vídeo ilustra com foto da cantora Fernanda Brum), a cópia de modelos importados, entre outros. João Alexandre merece ser parabenizado porque está dizendo o óbvio. Quando isso acontece, é porque alguma(s) coisa(s) está(ão) errada(s). E eu insisto: a intenção deste post não era falar da mal da música gospel. Mesmo porque, depois da música de João Alexandre, não há mais o que dizer.


(Marcos Paulo Bin é editor do http://www.universomusical.com.br/ e do blog http://www.marcosbin.com/)

sábado, 16 de fevereiro de 2008

A importância da musicalização infantil

O estudo de um instrumento requer técnica. Mas como ensinar técnica para uma criança onde a musicalidade está imatura?

Willems afirma que é indispensável, antes de qualquer prática instrumental que a criança (principalmente se ela não for dotada naturalmente para a música), passe por uma preparação musical. A musicalização infantil é isso: uma preparação musical. Podemos compará-la a alfabetização da escola regular, onde a criança tem o primeiro contato com o universo da linguagem: conhece as letras, as pronúncias, algumas regras. Na musicalização infantil a criança tem seu primeiro contato com a linguagem musical: identificação dos sons, imitação de células rítmicas, execução de pequenas melodias através do canto, descoberta de vários instrumentos. Tudo isso de forma lúdica e prazerosa, com muitas brincadeiras para as crianças e muita responsabilidade para nós, professores.

A leitura da partitura é dada através de um processo muito interessante que não causa nenhum tipo de desânimo na aprendizagem. Primeiro os pequenos aprendizes executam gráficos de altura, intensidade, duração, automatização do nome das notas até chegar à leitura relativa, que é a leitura no pentagrama sem claves. Depois dessa fase, chegamos à leitura absoluta, quando as claves de sol e fá são introduzidas na pauta musical e as alturas das notas são definidas. Essa é uma síntese do que pode ser feito na musicalização infantil, tomando como base o método criado pelo educador musical Edgar Willems. É claro que muitas outras coisas podem ser feitas, cabe ao professor um estudo mais aprofundado do método e a sua capacidade de criação.

Na Musicalização Infantil, o aluno tem à sua frente diversas possibilidades de conhecimento onde vários conceitos musicais são fixados, o que facilita a aprendizagem de um instrumento escolhido pela criança posteriormente.


Sara Rios - Professora de Música

Sobre a música

"A música não é apenas ciência, ela é também uma arte."
(Edgard Willems)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Porque decidi criar esse blog.

A música faz parte da minha vida já algum tempo.
Comecei a estudar música aos 6 anos e desde essa época eu já atuava na música da minha igreja cantando em corais infantis, tocando piano em cultos infantis especiais da antiga “Sociedade de Crianças”.
Aos 14 anos fui convidada a tocar teclado no conjunto instrumental chamado “Camerata 142”e na mesma época formei um quarteto feminino, o “Hosana”. Concomitante a esses dois fatos passei a fazer parte do Ministério de música da minha igreja sendo incluída na escala de pianistas nos cultos. Aos 17 ingressei na faculdade de Música e aos 18 criei um conjunto vocal chamado “Grupo Ruach”.
Durante esse tempo fiz parte de outros corais, seculares e de igrejas, além de, também acompanhar ao piano os dois corais da igreja a que pertenço.
Hoje, aos 23 anos e já formada em Licenciatura em Música tenho plena consciência de que não aprendi nem a metade que o mundo da música pode me ensinar, mas o que já sei, as experiências que vivi e as opiniões próprias que formei delas me impulsionaram a criar esse blog.
Aqui você também encontrará artigos e matérias muito interessantes sobre artes, música, som, cursos e muito mais.
Espero que todos aproveitem as informações aqui contidas da melhor maneira possível!
Deus os abençoe!

Sara Rios